Arquivo | Uncategorized RSS feed for this section

JORNALISMO CARA DE PAU… OU DE MERDA!

10 dez

Boppë: de um pólo a outro

É encontrável nos sites brazucas uma matéria da bebe-se a respeito da manipulação da massa ignara pelas feiquiníus.

https://g1.globo.com/politica/noticia/como-comportamento-de-manada-permite-manipulacao-da-opiniao-publica-por-fakes.ghtml

A falha di çumpallo teve a cara dura de dizer que a matéria (comprada da bebe-se) era exclusiva!

É mais do que sabido, por todas as peçonhas, que o gehornallyzmo é uma sucessão de ctrlC ctrlV feitos de acordo com o pensamento do editor. (E de seus anunciantes!)

Notícias internacionais rarìssimamente são originais.
Novecentos e noventa e nove por cento são matérias compradas de “parceiros”.
A mesma notícia do istadim é reproduzida no istadim de minas, que por sua vez é dono do correio brazilhemçi, e publicada na falha.
As matérias da falha não mudam nada com relação ao bobo.
E por aí afora.

Valem menos do que aquelas pesquisas eleitoreiras de que fulano tem maioria de votos, e contudo o  fulano não…

Ver o post original 234 mais palavras

Anúncios

Como ‘Comportamento de Manada’ Permite Manipulação da Opinião Pública por Fakes

10 dez

radioproletario

Transcrito de: geledes.org.br

A estratégia que vem sendo usada por perfis falsos no Brasil e no mundo para influenciar a opinião pública nas redes sociais se aproveita de uma característica psicológica conhecida como “comportamento de manada”.

Por Juliana Gragnani Do BBC

O conceito faz referência ao comportamento de animais que se juntam para se proteger ou fugir de um predador. Aplicado aos seres humanos, refere-se à tendência das pessoas de seguirem um grande influenciador ou mesmo um determinado grupo, sem que a decisão passe, necessariamente, por uma reflexão individual.

“Se muitas pessoas compartilham uma ideia, outras tendem a segui-la. É semelhante à escolha de um restaurante quando você não tem informação. Você vê que um está vazio e que outro tem três casais. Escolhe qual? O que tem gente. Você escolhe porque acredita que, se outros já escolheram, deve ter algum fundamento nisso”, diz Fabrício Benevenuto, professor da Universidade Federal de…

Ver o post original 1.315 mais palavras

Defesa do Indefensável: Lamentável Papel dos Vendidos a O Mercado

10 dez

Cidadania & Cultura

Aurelio Bicalho é economista-chefe da Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management. Como se é de esperar de um “bufão da corte” mais realista do que o próprio rei, ele (Valor, 01/12/17) se dedica à tarefa comum dos subservientes à aliança da casta dos mercadores com a casta dos oligarcas governantes, ambas golpistas e concentradoras de riqueza: defender o indefensável!

Confira minha posição a respeito do desempenho da Autoridade Monetária no Brasil em Desinflação do Tomate. Reproduzo abaixo o contorcionismo verbal do puxa-saco que justifica o enriquecimento financeiro de poucos de suas castas expropriando o emprego e a renda de muitas famílias. Deixar a taxa de juros em 14,25% aa após a taxa de inflação já estar caindo foi um crime lesa-pátria!

Ver o post original 1.281 mais palavras

Como Estado Fascista Está a Serviço do Desmonte da Universidade Laica

9 dez

radioproletario

Crédito: Jornalistas Livres

por Luís Carlos Bolzan, especial para o Viomundo 

O Estado autoritário morista faz escola.

Neste 06/11/17, sem intimação prévia, representantes da UFMG foram alvos de condução coercitiva por parte da PF.

O mandato expedido pelo Judiciário foi solicitado pela Polícia Federal e executado pela própria PF.

Integrantes de uma fausta burocracia aristocrática, junto com, MPs, TCU e CGU, que se apropriou de assalto do Estado brasileiro, recebendo alguns inclusive, acima do teto constitucional, outros tendo 2 meses de férias por ano, outros ainda praticamente inimputáveis, apenas com penas de “aposentadoria”, sendo desejado este mesmo status por outras burocracias que se dizem “combatentes do crime”.

Há ainda entre estes, aqueles que reclamam direito sobre parte do butim da corrupção, um percentual do valor recuperado para ser usado sem nenhum controle ou fiscalização, e ainda alguns que usufruem do “direito” a abusivas “bolsas” para estudos seus, e de seus…

Ver o post original 1.466 mais palavras

“O DISCURSO DE SÉRGIO MORO NA SEDE DA PETROBRÁS POR SI SÓ COMPROMETE A APARÊNCIA DE IMPARCIALIDADE E PODE MOTIVAR RECONHECIMENTO DA SUA SUSPEIÇÃO”, DIZ ZANIN

8 dez

Resultado de imagem para imagens de moro feita por lula marquesEm relação à participação do juiz Sérgio Moro do evento da Petrobras no Rio de Janeiro a defesa do ex-presidente Lula esclarece que:

“Em nenhum lugar do mundo seria aceitável que o juiz da causa fosse visitar uma parte para dar conselhos jurídicos a ela.

A Petrobras se habilitou como parte interessada nas ações penais que tramitam na Justiça de Curitiba. Algumas dessas ações estão pendentes de julgamento, inclusive envolvendo o ex-presidente Lula.

O discurso feito hoje pelo juiz Sérgio Moro na sede da Petrobras por si só compromete a aparência de imparcialidade e pode motivar o reconhecimento da sua suspeição.”

CRISTIANO ZANIN MARTINS

Ver o post original

O alvo não é apenas a universidade pública, é a liberdade

8 dez

QUE FARRA É ESSA DITADURA EM QUE VIVEMOS HOJE.
GOLPISTAS FILADAPUTAS.

A Tal Mineira

Reitoria da UFMG – Fotos: Foca Lisboa/UFMG

por Sulamita Esteliam

Vou manter-me no assunto UFMG. Está em jogo não uma instituição, apenas, mas a universidade pública. Mais, é do Estado democrático de direito, que se trata. E não podemos ficar estatelados, vendo a banda do autoritarismo nos esmagar.

Nitidamente, são ações orquestradas com vistas à desconstrução desse princípio constitucional, o sequestro da liberdade, já que a democracia violada está.

A propósito, Nilma Lino Gomes, ex-ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres no governo Dilma, faz o alerta durante vigília na sede da PF em BH. Reproduzo o vídeo mais abaixo.

Resistir é o caminho, e é nisso que a comunidade acadêmica está empenhada. E a gente segue junto, do jeito que pode.

Na tarde desta quinta-feira, véspera de feriadão onde o 08 de dezembro é guardado, a UFMG recebeu um abraço simbólico de sua comunidade. Um ato para reforçar o pertencimento…

Ver o post original 1.331 mais palavras

Das senzalas aos estúdios contemporâneos, racismo naturalizado

7 dez

Abolição dos escravos foi na verdade um golpe perfeito. O crime perfeito.
Enquanto o senhor dos escravos tinha que prover casa, comida, vestuário e tratamento de saúde para preservar seu patrimônio, os escravos, com a lei Áurea eles agora que se virassem. Nascia a mão de obra barata e sem qualquer tipo de especialização.
Nasci assim a classe mais baixa da população explorada de forma impiedosa pelo topo da pirâmide social.
Nada de casa, nada de comida, nada de tratamento de saúde, nada de roupas… vocês que se virem agora. Um grande golpe.

gustavohorta.wordpress.com

Das senzalas aos estúdios contemporâneos, racismo naturalizado

Como uma criança negra pode adquirir uma cidadania completa vendo o negro ser exibido cotidianamente – salvo raras exceções – como escravo, assalariado subalterno ou bandido?

racismo

Um jornalista da Rede Globo diz com todas as letras que a buzina de um carro nas proximidades do local onde realizava uma entrevista “era coisa de preto”. Outro, colocado pelo governo golpista no cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação, divulga em pleno horário de trabalho mensagens racistas através da internet.

Parecem fatos isolados, originários de comportamentos individuais doentios. Mas não são. Refletem o racismo arraigado em amplos setores da sociedade que volta e meia vem à tona fazendo-nos lembrar que mais de 300 anos de escravidão não se apagam tão facilmente.

O Brasil depois da abolição não viveu a segregação institucionalizada dos Estados Unidos ou o apartheid da África do Sul, onde a discriminação racial era explicita. Aqui os negros ao conquistarem sua libertação tornaram-se cidadãos formalmente iguais a todos os outros. Apenas formalmente. Na vida real deixaram os grilhões que os prendiam aos senhores para serem jogados na vala comum da miséria, quando não da indigência.

Refletindo sobre esses acontecimentos, o abolicionista Joaquim Nabuco deixa tudo isso claro. Escreve no livro Minha Formação que o movimento contra a escravidão no Brasil “era um partido composto de elementos heterogêneos capazes de destruir um estado social levantado sobre o privilégio e a injustiça, mas não de projetar sobre outras bases o futuro edifício”.

E mais. Dizia que a realização da obra abolicionista “parava assim naturalmente na supressão do cativeiro; seu triunfo podia ser seguido, e o foi, de acidentes políticos, até de revoluções, mas não de medidas sociais complementares em benefício dos libertados, nem de um grande impulso interior, de renovação da consciência pública, da expansão dos nobres instintos sopitados”. Para Nabuco, “a corrente abolicionista parou no mesmo dia da abolição e no dia seguinte refluía”.

Refluxo com consequências que chegam aos nossos dias através das estatísticas recorrentes mostrando as discrepâncias de renda entre a população branca e negra ou da constituição da população carcerária brasileira formada em sua absoluta maioria por negros e pardos.

São dados reais e palpáveis aos quais se associam outros, de caráter simbólico, como o da ausência ou da sub-representação do negro na televisão, especialmente na publicidade e em telenovelas. Fato que levou uma dinamarquesa a dizer que há mais negros na TV do seu país do que na televisão brasileira.

Como formar uma identidade negra se os espelhos refletem imagens que não correspondem a ela. Em outras palavras, como uma criança negra pode adquirir uma cidadania completa vendo o negro ser exibido cotidianamente – salvo raras exceções – como escravo, assalariado subalterno ou mesmo bandido?

Do mesmo modo formam-se identidades brancas fundadas na ideia da superioridade racial. Constituem-se mentalidades que diante do cerco simbólico racista naturalizam a relação desigual revelada em situações as mais variadas que vão de comentários e pretensas piadas à escolha, pela cor, das pessoas abordadas nas ruas por agentes policiais.

No telejornalismo a situação é a mesma. Apresentadores negros contam-se nos dedos e atrás das câmeras a situação não muda. No jornalismo em geral as redações são formadas praticamente apenas por brancos. São eles que falam sobre os negros, sobre suas alegrias e angústias. A vivência negra, dessa forma, aparece na mídia atravessada por intérpretes brancos que por maior boa vontade e retidão de caráter que possuam nunca conseguirão transmitir o que os negros sentem na pele.

O pior é que além de praticamente não existirem nas redações, os negros nem sempre são tratados por brancos capazes de entender o drama do racismo. Ao contrário, o difundem sem a menor autocrítica como demonstram os exemplos recentes citados acima.

As duas agressões mencionadas possuem como ponto comum o fato de terem sido cometidas por profissionais da comunicação, ambos colocados em posições públicas onde atos e palavras causam larga repercussão. E por consequência implicam em maior responsabilidade, algo ao que tudo indica desprezado por seus autores.

O antídoto a esse estado de coisas é a denúncia ampla e rápida dessas violações da dignidade humana, envolvendo todos aqueles que lutam contra o racismo no país. Nesses casos recentes, foi essa reação que determinou o imediato afastamento do apresentador de TV das telas e a investigação pela Comissão Ética Pública do governo federal do comportamento adotado pelo gestor da Empresa Brasil de Comunicação. Não deixa de ser um alento.

*****
Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/135/das-senzalas-aos-estudios-contemporaneos-racismo-naturalizado

 

BLOG DOS SERVIDORES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

07.12.2017
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 03.12.17

Como uma criança negra pode adquirir uma cidadania completa vendo o negro ser exibido cotidianamente – salvo raras exceções – como escravo, assalariado subalterno ou bandido?

racismo

Um jornalista da Rede Globo diz com todas as letras que a buzina de um carro nas proximidades do local onde realizava uma entrevista “era coisa de preto”. Outro, colocado pelo governo golpista no cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação, divulga em pleno horário de trabalho mensagens racistas através da internet.

Parecem fatos isolados, originários de comportamentos individuais doentios. Mas não são. Refletem o racismo arraigado em amplos setores da sociedade que volta e meia vem à tona fazendo-nos lembrar que mais de 300 anos de escravidão não se apagam tão facilmente.

O Brasil depois da abolição não viveu a segregação institucionalizada dos Estados Unidos ou o apartheid da África do Sul, onde…

Ver o post original 600 mais palavras