TEMER SE ASSUME DITADOR E DIZ QUE IRÁ EXERCER A AUTORIDADE DO CARGO

25 maio

18405682_1326055754130695_2132420273_oPARE DE SE DESCULPAR PELAS COISAS QUE VOCÊ NÃO PODE FAZER E CONCENTRE SEUS ESFORÇOS PARA AS COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER.
AGIR E FAZER. PARE DE DAR DESCULPAS.

CADA UM DE NÓS PODE MUITO, PODE MUITA COISA.

COMPARTILHE.

18198302_10154282840910881_5276511886154808024_nPois é…
E a gente fica a ouvir as canalhas propagandas pagas pelo governo – logo por nós – a tentar nos manipular e convencer de que será “dando nosso rabo” é que o Brasil se salvará.  Refiro-me ao que tramam (roubo na previdência e golpe nos trabalhadores) e ao que já fizeram (congelamento do orçamento por 20 anos, a PEC55).
E nós quietinhos, cada um a dizer o que não pode fazer sem pensar no que pode fazer…

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coxinha Traidores da Patria 526Temer se assume ditador e diz que irá exercer a autoridade do cargo

https://crpsjuntasderecursos.wordpress.com/2017/05/24/temer-se-assume-ditador-e-diz-que-ira-exercer-a-autoridade-do-cargo/

Primeiro “presidente” da história do Brasil a ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, Michel Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe parlamentar e é rejeitado por 92% dos brasileiros, divulgou nota nesta noite para justificar a convocação das Forças Armadas no Distrito Federal; em nota, ele afirmou que “não hesitará em exercer a autoridade que o cargo lhe confere sempre que for considerado necessário”; segundo diversos juristas, ele cometeu mais um crime de responsabilidade ao usurpar o papel das Forças Armadas; para a OAB, Temer é um criminoso; segundo a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, ele não tem condições éticas de seguir à frente do País; sujeito à disciplina e à hierarquia, Exército foi convocado a proteger um governo onde o “presidente” e nove ministros são investigados; o Brasil pede socorro …”

BLOG DOS SERVIDORES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

24.05.2017
Do portal BRASIL247

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Primeiro “presidente” da história do Brasil a ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, Michel Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe parlamentar e é rejeitado por 92% dos brasileiros, divulgou nota nesta noite para justificar a convocação das Forças Armadas no Distrito Federal; em nota, ele afirmou que “não hesitará em exercer a autoridade que o cargo lhe confere sempre que for considerado necessário”; segundo diversos juristas, ele cometeu mais um crime de responsabilidade ao usurpar o papel das Forças Armadas; para a OAB, Temer é um criminoso; segundo a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, ele não tem condições éticas de seguir à frente do País; sujeito à disciplina e à hierarquia, Exército foi convocado a proteger um governo onde o “presidente” e nove ministros são investigados; o Brasil pede socorro

247 – Primeiro “presidente” da história do Brasil…

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MÍDIA NO BRASIL? MEIOS DE COMUNICAÇÃO MANIPULADORES DE MERDA.

24 maio

E A CANALHA QUADRILHA CONTINUA “POR AÍ” – COM CACOFONIA MESMO – APOIADA PELA MÍDIA (ATÉ AÍ SEM SURPRESA), MAS TAMBÉM POR UMA QUANTIDADE SIGNIFICATIVA DE COXINHAS TRAIDORES HIPÓCRITAS (INSISTEM EM AFIRMAR QUE É “TUDO FARINHA DO MESMO SACO”.

QUE TRISTE, QUE MERDA.

“AÉCIO, O QUERIDINHO DOS OPERADORES DA LAVA JATO”

“GOVERNO TEMER: CIRCO, PÃO E PAU”

MIDIA (30)
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10 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM JAIR BOLSONARO NEM PARA SÍNDICO

24 maio

AINDA ASSIM, BOÇALMITOS HÁ MESMO!
INCRÍVEL, MAS OS HÁ!

 

“AÉCIO, O QUERIDINHO DOS OPERADORES DA LAVA JATO”

https://gustavohorta.wordpress.com/2017/05/23/aecio-o-queridinho-dos-operadores-da-lava-jato/

ACHO QUE AÉCIO E TEMER VÃO DURAR MUITO TEMPO AINDA…É SÓ LEMBRAR DE QUANTO TEMPO DUROU O CUNHA.

E a canalha quadrilha continua “por aí” – com cacofonia mesmo – apoiada pela mídia (até aí sem surpresa), mas também por uma quantidade significativa de coxinhas traidores hipócritas (insistem em afirmar que é “tudo farinha do mesmo saco”.
Que triste, que merda.

“GOVERNO TEMER: CIRCO, PÃO E PAU”

https://gustavohorta.wordpress.com/2017/05/24/governo-temer-circo-pao-e-pau/

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Blogue do Anápuáka

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GOVERNO TEMER: CIRCO, PÃO E PAU

24 maio
EU TAMBÉM SÓ QUERO QUE ESTE MERDA SE JUNTE AOS SEUS IGUAIS, SE AFUNDE NA MESMA MERDA DE QUE VEIO!!!

“Leandro Fortes: MEMORIAL DO ROLA-BOSTA”

“AÉCIO, O QUERIDINHO DOS OPERADORES DA LAVA JATO”

ACHO QUE AÉCIO E TEMER VÃO DURAR MUITO TEMPO AINDA…É SÓ LEMBRAR DE QUANTO TEMPO DUROU O CUNHA.

E a canalha quadrilha continua “por aí” – com cacofonia mesmo – apoiada pela mídia (até aí sem surpresa), mas também por uma quantidade significativa de coxinhas traidores hipócritas (insistem em afirmar que é “tudo farinha do mesmo saco”.

Que triste, que merda.

GOVERNO TEMER: CIRCO, PÃO E PAU

https://inverta.org/jornal/edicao-impressa/487/editorial

“A cena histórica nacional tem se apresentado de forma dramática e aparentemente caótica para a grande maioria do povo brasileiro, especialmente para os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, empregados ou desempregados, e, em parte, para os setores médios e intelectualizados, tanto os que apoiaram, quanto os que se opuseram ao processo golpista. Embora este cenário figure na consciência social reduzido ao common sense pelos grandes meios de formação da opinião pública, é possível uma análise articulada destes fatos e ações sociais que ultrapassem a aparência e cheguem à essência. Em síntese, “uma análise concreta da situação concreta” – como afirmou Lênin.

Os três principais focos de acontecimentos que dominam a cena histórica nacional após o golpe do impeachment, que destituiu a presidenta Dilma Rousseff, dando lugar ao governo usurpador e golpista de Michel Temer, são: o reality show da Lava Jato, as medidas de emergência defendidas pelo governo (pré-sal, PEC 55, reforma do Ensino Médio e reforma da Previdência) e a crescente repressão às manifestações de protesto contra o governo e suas medidas antipopulares.

A primeira (Operação Lava Jato), por se constituir em instrumento urdido pela estratégia das oligarquias contra as conquistas econômicas e sociais dos trabalhadores nos governos sociais-democratas do PT nos últimos 13 anos, foi a ponta de lança no golpe do impeachment, coagindo toda a base corrupta do Congresso a romper com o voto popular, destituir a presidenta eleita e sustentar o governo usurpador de Temer. Entretanto, forçada pela celebridade que se tornou e pelas violações constitucionais que cometeu no golpe contra o governo petista, a Operação Lava Jato é impulsionada a se salvaguardar, blindando-se com a proposta de emenda constitucional anticorrupção que objetiva dar legalidade aos seus atos ilegais, cada vez mais visíveis pelo seu papel na crise econômica e institucional em que mergulhou o país.

Mas a aprovação da emenda anticorrupção, diante da mais nova atração que é a delação da Odebrecht, implica em criminalizar a grande maioria do Congresso Nacional e governadores dos partidos de sustentação do governo Temer, fugindo ao papel que foi conferido a esta Operação na estratégia do impeachment, e neste sentido entrou em aparente contradição com o Poder Legislativo, configurando-se o quadro de crise institucional e aparente confronto.

A segunda, as medidas econômicas, movimenta-se sob o guarda-chuva da primeira, posto que é nesta que apresenta-se o objetivo mais imediato que serve de plataforma de unificação dos interesses das oligarquias contra os interesses da classe trabalhadora e do povo pobre diante da crise do capital na sua incidência cíclica no país e dissincronia inversamente desproporcional às economias centrais – como exemplo, a economia dos EUA cresceu 2,4 % e a economia brasileira descresceu 3,5% em 2016. Na essência, a privatização do pré-sal, Banco do Brasil e a PEC 55 destinam-se à transferência das riquezas nacionais, patrimoniais e financeiras por meio de elevadas taxas de juros, vendas de ativos subvalorizados, mudança de foco no orçamento, dos gastos sociais em gastos com a iniciativa privada e a ampliação do superavit primário; já a reforma da Previdência e a reforma do Ensino Médio visam a ampliação da exploração da força de trabalho através da mais-valia absoluta, aumentando dentro do tempo de vida do trabalhador o tempo necessário à produção e diminuindo o tempo livre da produção. Em síntese, pretendem transformar todo o tempo de existência do trabalhador em tempo necessário à sua subsistência.

O aumento da criminalização e repressão aos movimentos sociais e manifestações de protesto contra o golpe expressam, em linhas gerais, a superdimensão do judicário na estratégia golpista, caracterizando o Estado policialesco de exceção com visível tendência fascista. Isto se comprova na ação persecutória e criminalizadora às forças de esquerda, lideranças e dirigentes dos governos petistas e suas ramificações na sociedade: perseguição a Lula e Dilma, invasão à Escola Florestan Fernandes, do MST, repressão ao protesto dos estudantes em Brasília (29/11), em frente ao Congresso, e sobretudo, nas comunidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. A exclusão da reforma da Previdência e preservação dos direitos de aposentadorias e benefícios para militares, policiais e bombeiros indica precisamente a tendência ao agravamento do Estado policial, que pode ser caracterizado sinteticamente na tríade circo, pão e pau: circo para os incautos, pão para a burguesia e pau para os trabalhadores.

Embora a Operação Lava Jato e suas congêneres sejam apresentadas pelos formadores de opinião pública como êmbolo do processo político nacional, na essência, sua função é obscurecer o papel principal das medidas neoliberais e dar-lhes aparente legalidade dentro dos limites históricos do governo golpista no país.

O papel principal das reformas neoliberais, bem como o açodamento em torno de sua aprovação pelo Congresso Nacional, a exemplo da PEC de José Serra que entregou o pré-sal, pode ser compreendido, em linhas gerais, na relação entre a estratégia das oligarquias burguesas no país face ao ciclo de baixa inevitável da economia nacional e as expectativas de recuperação da economia norte-americana e a brusca mudança na estratégia da mesma com a eleição de Trump.

A “Ponte para o futuro”, programa de unidade entre as oligarquias nacionais e norte-americanas, apresentado pelo governo Temer, preconizava, para a execução e sustentação do golpe, a mudança de rumo da economia nacional. Sua implementação visa desvincular as alianças e parcerias desenvolvidas no curso dos governos petistas de consolidação do Mercosul, formação dos BRICS e integração com o continente africano e realinhar a economia brasileira à economia norte-americana e seus parceiros globais, posto que, ao contrário do ciclo de baixa que enfrentariam os países emergentes, os dados indicavam sinais de recuperação e retomada do ciclo de crescimento dos Estados Unidos e parceiros.

Porém, a equação proposta pelo governo golpista sofria do mal histórico da economia política burguesa de transformar a ciência social em ciência exata. A ironia da história rapidamente refutou essa tese oportunista e claramente mecânica da economia, uma vez que ciência social histórica tem por centro a luta de classes. E assim, como no Brasil esta luta resultou na alteração da direção e dinâmica da política econômica nacional, também fez o mesmo nos Estados Unidos com a vitória dos conservadores ligados às oligarquias tradicionais do complexo industrial-militar, financeiro e especulativo.

Naturalmente esta expectativa de reviravolta na política norte-americana da estratégia posta em curso desde a década de 90 definida como globalização não parece tão simples de se efetuar como aparenta, mesmo considerando Trump um player contumaz, este processo exige uma análise de maior profundidade. Porque ele apresenta uma realidade da economia americana e da correlação de forças que contrariam todas as estatísticas oficiais de recuperação do país. Contudo, o relevante neste aspecto é que os dois fundamentos ou os dois pilares nos quais se sustentavam a “Ponte para o futuro” na perspectiva do crescimento da economia americana, o mercado de consumo dos produtos interno e global (plataforma transpacífico) e o capital financeiro de investimentos globais, foram a baixo e a ponte caiu.

Este quadro dramático a que chegou o governo golpista em menos de quatro meses explica em parte essencial o açodamento com que os fatos e acontecimentos espetaculares vêm se sucedendo, desviando a atenção da grande massa do povo das ações políticas externas, como as reformas neoliberais, que passaram a ser aprovadas a toque de caixa, revelando o desespero e apodrecimento do golpe. Entretanto, o que é mais comprometedor em todo o processo golpista, apesar das vozes legítimas que se levantam em denúncia da Lava Jato, é que esta operação não é um instrumento apenas para atribuir toda a corrupção histórica das classes dominantes e instituições do país aos governos petistas e justificar o golpe do impeachment, ela também desempenha papel estratégico na economia, atingindo a base principal da estrutura de desenvolvimento de um complexo industrial militar, que de certa forma, recuperado do período da ditadura, urdiu-se sob nova perspectiva e sentido de projeto de soberania nacional. Esta ação da Lava Jato somada às ações da política exterior de José Serra, visando o enfraquecimento do Mercosul e sua integração com a América Latina e África, acompanhada da desarticulação dos BRICS, tornou o país refém da economia norte-americana. Desta forma, o governo golpista de Temer foi da “ponte para o futuro” para a ponte que caiu. E as perspectivas para sair deste quadro reduzem-se a duas tendências: ou ditadura policialesca ou renúncia vergonhosa.

Diante da conjuntura, é necessário observar o papel e as limitações das forças democráticas, populares e socialistas na condução da unidade do povo contra o golpe neoliberal e suas tendências principais: a renúncia que abre espaço ao parlamentarismo corrupto, com a eleição indireta de um novo golpista mor, e a ditadura judicial. Embora ambos fortaleçam a alternativa latente a todo o processo, a revolução socialista no país, que viceja na revolta e repúdio crescente ao golpe dos corruptos e suas reformas neoliberais, é visível dentro da atual correlação de forças sua dificuldade em formar opinião pública sobre a verdade dos fatos hoje sob o domínio monopólico dos meios de comunicação. Esta condição subjetiva depende da unidade tática decorrente de objetivos estratégicos comuns, entretanto, a divisão em torno das análises da realidade nacional e da luta de classes são obstáculos a esta ação comum das forças de oposição ao golpe, particularmente, da esquerda, que impedem a unidade de vontade e de ação da parte mais ativa dos trabalhadores e do povo em geral, que deve constituir um movimento forte o suficiente para, diante da crise econômica já largamente sentida e reclamada pelo povo, e incapacidade das classes dominantes manterem o domínio e o governo de classe da forma que se desenvolvia até então, conduzir o processo a uma crise revolucionária e à revolução.

As frentes que surgiram em oposição ao golpe (Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo) são articulações que se fundamentam em movimentos sociais que se desenvolveram como apêndices dos partidos da social democracia e da esquerda institucional, não chegando a abarcar as novas formas de organização social e políticas que se desenvolveram no curso do retorno do país à democracia, rejeitando as formas de organização tradicionais e o caminho parlamentar como luta principal. Estas organizações e movimentos não têm o mesmo reconhecimento das organizações institucionalizadas, apesar de serem constantemente chamadas ao processo de mobilização e resistência ao golpe e muitas vezes protagonistas deste diante da crise moral daquelas.

As múltiplas palavras de ordem: Fora Temer, Diretas Já, Constituinte Já, e atualmente a luta contra as reformas fatiadas em PECs, conduzem a uma fragmentação cada vez maior do movimento e desgate de mobilizações pontuais, ao invés da palavra de ordem e ações unificadas para barrar o golpe e restituir a presidenta legítima ao governo, mesmo sob caráter especial de conduzir novo processo eleitoral.

O clamor em torno de uma frente ampla tem sido cada vez maior diante das limitações do processo de unidade política da esquerda no país. Contudo, é importante notar que esta proposta inspirada no processo uruguaio tem a limitação das díspares realidades históricas entre os países. Enquanto no Uruguai tal processo se forjou através de alianças históricas que ampliavam para além das forças institucionais as novas formas de organização social, aqui no Brasil o significado desta é incorporar forças tradicionais que circunstancialmente se afastem do golpe ou se tornem neutras. No Uruguai, se ampliava para a base, no Brasil, se amplia para as cúpulas.

Diante dessa situação, a luta de resistência, derrubada do governo golpista e restituição da presidenta legitimamente eleita, deve ser a base para a constituição de um programa de emergência unitário e um movimento de caráter revolucionário, antineoliberal, antifascista e pelo socialismo, que impulsionem esta nova reconstituição do governo a uma composição mais à esquerda e voltada aos interesses dos trabalhadores e do povo pobre, ampliando suas conquistas sociais, econômicas e políticas, e desenvolvendo a soberania nacional, econômica, militar, tecnológica e científica, em cooperação estratégica com a América Latina, a África e os BRICS.

Órgão Central do PCML-Br
(Partido Comunista Marxista-Leninista – Brasil)
Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2016

Leandro Fortes: MEMORIAL DO ROLA-BOSTA

24 maio

EU TAMBÉM SÓ QUERO QUE ESTE MERDA SE JUNTE AOS SEUS IGUAIS, SE AFUNDE NA MESMA MERDA DE QUE VEIO!!!

“AÉCIO, O QUERIDINHO DOS OPERADORES DA LAVA JATO”

https://gustavohorta.wordpress.com/2017/05/23/aecio-o-queridinho-dos-operadores-da-lava-jato/

ACHO QUE AÉCIO E TEMER VÃO DURAR MUITO TEMPO AINDA…É SÓ LEMBRAR DE QUANTO TEMPO DUROU O CUNHA.

E a canalha quadrilha continua “por aí” – com cacofonia mesmo – apoiada pela mídia (até aí sem surpresa), mas também por uma quantidade significativa de coxinhas traidores hipócritas (insistem em afirmar que é “tudo farinha do mesmo saco”.
Que triste, que merda.

Leandro Fortes: Memorial do rola-bosta

https://limpinhoecheiroso.com/2017/05/24/leandro-fortes-memorial-do-rola-bosta/

“Eu invejo a maneira como muita gente, sobretudo na esquerda, entra em modo republicano assim que uma figura abjeta como Reinaldo Azevedo cai em desgraça.

Invejo, juro, essa pureza d’alma, essa compaixão cristã, essa energia namastê.

Porque, impuro que sou, depois de ouvir os diálogos de Reinaldo com Andrea Neves, aquela conversa de comadres ornamentada com troca de poemas decorados de almanaques de farmácia, não vi nenhuma relação repórter/fonte.

Vi, sim, um bajulador compulsivo com uma bandida revelada numa prosa imoral, como bem cabe a ambos. …”

bloglimpinhoecheiroso

Leandro Fortes em 23/5/2017

Eu invejo a maneira como muita gente, sobretudo na esquerda, entra em modo republicano assim que uma figura abjeta como Reinaldo Azevedo cai em desgraça.

Invejo, juro, essa pureza d’alma, essa compaixão cristã, essa energia namastê.

Porque, impuro que sou, depois de ouvir os diálogos de Reinaldo com Andrea Neves, aquela conversa de comadres ornamentada com troca de poemas decorados de almanaques de farmácia, não vi nenhuma relação repórter/fonte.

Vi, sim, um bajulador compulsivo com uma bandida revelada numa prosa imoral, como bem cabe a ambos.

Vi o irresponsável de extrema-direita de sempre, o rato que estimulou o ódio de classe e a indigência jornalística para se projetar no esgoto a céu aberto da mídia e, com isso, ganhar o dinheiro e a fama que jamais atingiria pelos méritos profissionais, repórter medíocre e irrelevante que sempre foi.

Agora, querem transformá-lo num mártir da liberdade de imprensa.

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O AROEIRA DO DIA

23 maio

AÉCIO, O QUERIDINHO DOS OPERADORES DA LAVA JATO

23 maio

AÉCIO, O QUERIDINHO DOS OPERADORES DA LAVA JATO

http://marceloauler.com.br/aecio-o-queridinho-dos-operadores-da-lava-jato/

em 23 de maio de 2017

Esse é o cara Igor Romario de Paulo.“Em 18 de outubro de 2014, no Facebook, acima de diversas fotos do candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, rodeado de vistosas mulheres, o delegado de Polícia Federal, Igor Romário de Paulo, chefe da Delegacia Regional do Combate ao Crime Organizado (DRCOR) no Paraná, apontado pelo agente Dalmey Fernando Werlang como autor da ordem para instalar um grampo ilegal na cela que receberia o doleiro Alberto Youssef, postou em um grupo fechado:

“Este é o cara!”.

Dias depois, às vésperas do segundo turno que reelegeu Dilma Rousseff, do PT,  o delegado federal encarregado das investigações da Operação Lava Jato, Márcio Anselmo Adriano, comentou a notícia na qual Luiz Inácio Lula da Silva dizia que Aécio não era “homem sério e de respeito”. Márcio Anselmo escreveu:

O que é ser homem sério e de respeito? Depende da concepção de cada um. Para Lula realmente Aécio não deve ser“.

delegados Marcio Anselmo e Mauricio GrilloNão demorou muito e o delegado Mauricio Moscardi Grillo, que em sindicância concluiu que o grampo na cela de Alberto Youssef era inoperante, apesar de ele ter registrado 263 horas e 41 minutos de conversas – leia em Armação Federal II: “indisciplinas” do DPF Moscardi -, também deixou sua digital na campanha de Aécio. Abaixo do comentário de Márcio Anselmo, postou uma propaganda eleitoral do tucano segundo a qual Lula e Dilma sabiam de toda a corrupção do esquema da Petrobras, acrescentando:

Acorda!”.

As postagens vieram a público em 13 de novembro daquele ano, já com a eleição definida. Foram reveladas na reportagem de Júlia Duailibi, em O Estado de S. Paulo: Delegados da Lava Jato exaltam Aécio e atacam PT na rede.

Elas, mais do que possíveis transgressões disciplinares previstas na Lei 4878-65 (regime jurídico dos funcionários policiais civis da União e do Distrito Federal), demonstraram que os responsáveis pela Operação Lava Jato tinham um lado político definido. Não apenas torciam por um candidato. Faziam propaganda do mesmo.

Muito provavelmente, por conta desta falta de isenção a Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba jamais descobriu os pedidos de dinheiro, via caixa dois, feitos a empresários por Aécio Neves e/ou pela sua irmã, Andréa Cunha Neves, atualmente presa.

Não foram apenas os delegados que se denunciaram a simpatia pelo senador tucano. O próprio juiz do caso, Sérgio Moro, como registraram os fotógrafos, não se furtou em demonstrar intimidades ao cochichar com Aécio, no evento festivo em que a revista Isto É – que faz questão de se intitular Independente -, premiou o presidente golpista como “Brasileiro do Ano”, em dezembro de 2016, no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo.

conversar de MoroA foto, queiram ou não os retratados, não revela um simples diálogo  protocolar de um juiz com um senador no exercício de seu mandato. Deixa transparecer algo parecido com uma conversa entre amigos. Ou prováveis mexericos que outrora se dizia serem da “Candinha”.

Da mesma forma como não pareceu mero cumprimento protocolar o aperto de mão com largo sorriso no rosto com que Moro cumprimentou o presidente golpista Temer.

Foi em 19 de abril passado, na solenidade no Quartel General do Exército, em Brasília, ao receber uma condecoração militar. Ao que parece, o juiz, há muito apontado como símbolo da moralidade e honestidade no país, pouco se importou com o fato de exatamente uma semana antes, em 11 de abril, Temer ter aparecido em dois pedidos de inquérito encaminhados pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF). Foram gerados a partir das delações dos executivos da Odebrecht.

É certo que, na época, não houve pedido de investigação contra o presidente por conta da imunidade que o cargo lhe reserva para possíveis crimes cometidos antes do exercício do mandato. Mas, desde que as delações dos executivos da Odebrecht começaram a circular, todos ficaram sabendo que o presidente golpista aparecia em episódios cujas conversas giravam em torno de Caixa 2 ou pedidos de propina, puro e simplesmente.

O presidente que Moro cumprimentou com largo sorriso no rosto é ainda o mesmo que levou ao cargo de ministro – portanto, garantiu o foro especial que o juiz condena -, oito políticos envolvidos em possíveis casos de corrupção, como demonstram investigações e/ou processos em curso no STF e também na Vara Federal de Curitiba presidida por Moro.

Apesar de todas estas evidências, a Força Tarefa da Lava Jato, que durante os últimos três anos fez e desfez, não se importou com estes casos. Esteve mais preocupada em criar teses mirabolantes, baseadas não em provas, mas em convicções, através das quais acusam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “estruturar, orientar e comandar esquema ilícito de pagamento de propina em benefício de partidos políticos, políticos e funcionários públicos com a nomeação, enquanto presidente da República, de diretores da Petrobras orientados para a prática de crimes em benefício das empreiteiras Odebrecht e OAS”.

Provas? Não foram encontradas, mas está ai um apartamento que um dia a família pode ter pensado em comprar. Na prática, jamais houve registro de mudança na escritura, tampouco foi usado por Lula e seus familiares. Isto, porém, não importa.

Restou ainda o sítio em Atibaia, pertencente à família de Jacó Bittar, velho companheiro de sindicalismo do ex-presidente,. Este sim, frequentado pela família Lula da Silva. Ali, a corrupção que tentam impor ao ex-presidente consiste “em obras e benfeitorias (…) custeadas ocultamente pelas empresas Schahin, Odebrecht e OAS”. Ou seja, as empreiteiras que se beneficiaram de contratos na gestão de Lula, retribuíram-lhe os favores com reformas no sítio.

Obras estas, lembre-se, que foram realizadas após a saída de Lula do cargo de presidente e que, como diz a denúncia apresentada na segunda-feira (22/05) pelo Ministério Público Federal do Paraná, foram avaliadas, ao final, em R$ 1.020.500,00, incluindo os gastos das duas construtoras e do amigo de Lula, José Carlos Bumlai. Nestes benefícios estão, é claro, os pedalinhos…

Postagem no Facebook atribuída ao desembargador mineiro aposentado Lauro Pacheco de Menezes Filho.

Ao contrário do que se tem visto com outros políticos, incluindo Aécio e Temer, não há dinheiro em conta, não há político recebendo mala com notas de R$ 50,00, como ocorreu com o deputado Rodrigo Loures (PMDB-PR), tampouco algum primo de Lula levando dinheiro para a empresa de algum suplente de senador que ficou conhecido por conta de um helicóptero apreendido com cocaína.

O que há são convicções.

Certamente alegarão que nos casos de Aécio e Temer os envolvidos têm direito a foro especial, junto aos ministros do STF. É uma escapatória, mas foi a um deles que os delegados da Lava Jato deram apoio na disputa pela presidência da República. Sem falar no cumprimento, aparentemente efusivo, do juiz, bastião da moralidade. Isto, talvez, eles queiram esquecer.

Afinal, como justificar o apoio a um candidato e os cochichos com um senador que, hoje, é acusado pelos seus próprios parentes de falta de caráter, como a postagem no Facebook atribuída – e até o momento não desmentida – pelo desembargador aposentado de Minas, Lauro Pacheco de Menezes Filho? Trata-se do pai de Frederico Pacheco de Menezes, o primo de Aécio preso após intermediar o dinheiro que a JBS deu ao senador, levando-o para o assessor do suplente de senador Zezé Perella.

Basta ler o texto que reproduzimos ao lado após recebê-lo de um juiz federal, para se verificar a quem os delegados apoiaram e quem foi o interlocutor dos cochichos do juiz, apontado por muitos como símbolo da moralidade.

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