Anúncios

FAIXA NA ENTRADA DA ROCINHA MANDA RECADO AO STF: “SE PRENDER LULA, O MORRO VAI DESCER”

12 fev

Samba enredo carnaval 2018 PARAÍSO DO TUIUTI – Show de bola
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/02/12/samba-enredo-carnaval-2018-paraiso-do-tuiuti-show-de-bola/

…#NaoSouEscravoDeNenhumSenhor

Esta eu gostaria de ter assistido….

Por Ivan Longo

  Vem circulando nas redes sociais, desde domingo (11), um vídeo e uma foto que mostram uma faixa na entrada da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, com um recado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“STF: Se prender o Lula, o morro vai descer”, diz a frase escrita em letras garrafais.

O autor da foto e do vídeo é desconhecido, mas a primeira postagem sobre o assunto no Facebook foi de uma internauta chamada Nara Jucá, que informou que os membros de um grupo de Whatsapp chamado “Amigos do Bokinha e Lula”, composto por moradores da comunidade, foram os responsáveis pela ação.

A faixa foi estendida pouco tempo depois de vir à público as declarações de Jair Bolsonaro (PSC-SP) sobre metralhar a comunidade.

A Rocinha é considerada a maior favela do Brasil, com cerca de 70 mil habitantes.

Ver o post original

TEREZA CRUVINEL: TUIUTI E BLOCOS MOSTRAM QUE ANESTESIA POLÍTICA ESTÁ PASSANDO

12 fev

Samba enredo carnaval 2018 PARAÍSO DO TUIUTI – Show de bola
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/02/12/samba-enredo-carnaval-2018-paraiso-do-tuiuti-show-de-bola/

…#NaoSouEscravoDeNenhumSenhor

Esta eu gostaria de ter assistido….

 Mídia Ninja

      Quem rompeu o grito que estava parado no ar foi a Paraíso do Tuiuti,  ao levar para o sambódromo do Rio o presidente-vampiro, os manifestantes-fantoches a favor do golpe do impeachment, os paneleiros vestidos de verde-amarelo, a crítica aos retrocessos  e aquele formidável “Fora Temer” no final, acompanhado por boa parte das arquibancadas. Mas não apenas o desfile da escola de São Cristóvam, ao longo do carnaval, trouxe a indicação de que pode estar passando a longa anestesia política que tomou conta do Brasil desde o golpe de 2016.  Em Salvador,  o samba de Léo Santana, “Vai dar PT”, levantou a massa que seguia  o trio elétrico “Pipoco” no circuito Ondina.  Em Belo Horizonte, blocos entoaram  com frequência o “Olê, Olá, Lu-lá”.  Teve gente com cartaz pedindo uma “Operação Lava-Toga”, houve o levante da Mangueira contra o anti-sambismo do prefeito Crivella e não faltaram, até agora…

Ver o post original 333 mais palavras

Samba enredo carnaval 2018 PARAÍSO DO TUIUTI – Show de bola

12 fev

FB_IMG_1518472424828Samba Enredo 2018
Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?
G.R.E.S Paraíso do Tuiuti

Irmão de olho claro ou da Guiné
Qual será o seu valor? Pobre artigo de mercado
Senhor, eu não tenho a sua fé e nem tenho a sua cor
Tenho sangue avermelhado
O mesmo que escorre da ferida
Mostra que a vida se lamenta por nós dois
Mas falta em seu peito um coração

Ao me dar a escravidão e um prato de feijão com arroz

Eu fui mandiga, cambinda, haussá
Fui um Rei Egbá preso na corrente
Sofri nos braços de um capataz
Morri nos canaviais onde se plantava gente

Ê Calunga, ê! Ê Calunga!
Preto velho me contou, preto velho me contou
Onde mora a senhora liberdade
Não tem ferro nem feitor

Amparo do Rosário ao negro benedito
Um grito feito pele do tambor
Deu no noticiário, com lágrimas escrito
Um rito, uma luta, um homem de cor

E assim quando a lei foi assinada
Uma lua atordoada assistiu fogos no céu
Áurea feito o ouro da bandeira
Fui rezar na cachoeira contra bondade cruel

Meu Deus! Meu Deus!
Seu eu chorar não leve a mal
Pela luz do candeeiro
Liberte o cativeiro social

Não sou escravo de nenhum senhor
Meu Paraíso é meu bastião
Meu Tuiuti o quilombo da favela
É sentinela da libertação.

FB_IMG_1518472424828

FB_IMG_1518470820382

Escola de samba do Rio coloca “manifestoches” na tela da Globo. Em um desfile histórico, a Paraíso do Tuiuti fez uma dura crítica social e política ao desfilar tendo como enredo a escravidão. Em uma transmissão tensa e cheia de omissões e silêncios propositais, a emissora tentou diminuir o impacto da apresentação da escola, mas não conseguiu esconder momentos como a ala crítica aos manifestantes manipulados, que ficaram conhecidos como “coxinhas”, representados por fantoches com a camiseta da CBF, em um pato amarelo e batendo panela, além de várias referências à luta pelos direitos trabalhistas (CLT) e o ápice do desfile: um vampiro com a faixa presidencial, que levou à plateia aos gritos de “Fora Temer”. Ao final, já no estúdio, a emissora cortou o microfone do puxador conforme o canto ganhou força ao vivo, transmitido para milhões de brasileiros. Um momento histórico da televisão brasileira! #NaoSouEscravoDeNenhumSenhor #Tuiuti #showdebola

Esta eu gostaria de ter assistido.

PUTA QUE O PARIU. NADA MAIS. O CHAPÉU DE TROUXA É MARRETA

11 fev

captura-de-tela-2018-01-28-c3a0s-07-56-20 (1)Espetacular e cheio de saber. Como eu escrevi há alguns anos, é o domínio das corporações, é a matrix dos irmãos Wachowski, não pelas máquinas mas pelo capital.
As corporações dominaram.
São as corporocracias…

captura-de-tela-2018-02-11-c3a0s-12-02-24

Vale leitura do texto do discurso proferido hoje pelo senador Roberto Requião na abertura dos trabalhos no legislativo (2018):

“Há tempo que a ciência e os fatos da vida comprovam que nada é por acaso.

No entanto, embora a ideia medieval da abiogênese, a “geração espontânea”, seja a representação paradigmática daqueles tempos trevosos, ainda hoje a proposição do espontaneísmo resiste e é amplamente aceita, quando se trata da política ou mesmo da economia.

Diariamente, a mídia empresarial espalha a intrujice de que do acúmulo de lixo nascem insetos e ratos, que é possível originar vida de matéria não viva.

Se Humberto Eco foi assertivo ao dizer que a internet liberou infindáveis legiões de néscios, ele esqueceu de acrescentar à turma os comentaristas e ditos analistas de política e economia que infestam as televisões, rádios e jornais da mídia comercial e monopolista.

É notável a incapacidade de raciocinar, de somar dois com dois.

Gramsci dizia que não existe o canalha absoluto, que o canalha absoluto é uma criação ficcional.

Essa generosidade do filósofo que sofreu no corpo debilitado os horrores do fascismo sempre me impressionou.

Então, se concedemos que nem todos sejam canalhas plenos, integrais, resta outra suposição: a burrice córnea.

A ceratina penetrou de tal forma na cabeça dessa gente que as tornou duras, resistentes, impermeáveis à verdade dos fatos.

Se, ato contínuo à ampliação de nosso mar territorial de 12 para 200 milhas marítimas, em 1970, sob Garrastazu Médici, os norte-americanos movimentam sua IV Frota — por mais que o governo militar fosse um aliado incondicional– não o fazem para competir com os franceses na pesca da lagosta.

Se, sob Ernesto Geisel, em 1975, de repente, os Estados Unidos tornam-se guardiões dos direitos humanos e pressionam a ditadura brasileira, não é porque a tortura, os assassinatos, o desaparecimento de opositores os preocupassem, e sim os acordos nucleares do Brasil com a Alemanha.

Mais recentemente, quando os norte-americanos grampeiam a presidente Dilma, monitoram suas conversas, perscrutam suas decisões e controlam sua comunicação com ministros, auxiliares e políticos, não estão à procura da receita de sua dieta para emagrecer.

Quando os serviços de espionagem dos Estados Unidos invadem, vasculham, devassam todas as informações da Petrobrás, não são os Cerveró, os Duque, os Paulo Roberto Costa, os Youssef, os Barusco ou os Sérgio Machado que os mobilizam.

A corrupção é um segredo de polichinelo, o pré-sal o prêmio.

Se, antigamente, a Escola das Américas era o centro formador dos torturadores, dos assassinos estatais, dos sabotadores dos governos populares e nacionalistas, hoje, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em cooperação com o FBI, a CIA, a NSA, encarrega-se de seduzir, domesticar e abduzir juízes, procuradores e policias.  E políticos é claro.

A produção de cabos Anselmo não foi interrompida, sofisticaram-se os meios e os métodos. Ao invés dos sicários a soldo, temos os heróis de almanaques.

Os super-juízes, os super-procuradores, e, como contrafação, já que nenhuma exageração escapa do ridículo, temos o japonês da federal. E o coreano do MBL.

Quando o presidente Lula sanciona, em 2010, a Lei da Ficha Limpa e a presidente Dilma, em 2013, assina a Lei das Organizações Criminosas, disciplinando a delação premiada; quando se desequilibra a harmonia entre os poderes, e produz-se a hipertrofia do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal; quando o presidencialismo de coalizão cede a um Parlamento que se transformou em mandalete dos financiadores de campanha; quando o presidente Lula coloca no Banco Central e no Ministério da Fazenda homens de confiança do mercado financeiro; quando a presidente Dilma, na crise de 2013-2014, adota políticas neoliberais, aprofundando a crise; quando tanto um como outro presidentes constrangem-se diante das pressões da mídia monopolista e comercial e fogem de adotar aqui as mesmas legislações que os norte-americanos e alguns países europeus  adotaram para democratizar os meios de comunicação; quando tudo isso somado produz um salto qualitativo, temos o golpe e seu corolário de horrores: a alienação da soberania nacional, a entrega do petróleo, dos minérios, das terras, da água, a destruição da República Social, a sabotagem da Petrobrás, as privatizações. E o aceleramento da marcha da desindustrialização e da precarização da ciência e da tecnologia.

Na divisão internacional do trabalho é o papel que nos reservam: celeiro do mundo, exportador de grãos e de matérias primas minerais, fornecedor de petróleo. E de água! Afinal, vimos em Davos a Nestle e a Coca- Cola renovarem a cobiça pelo aquífero Guarani, uma das maiores reservas de água doce do planeta.

Senhoras e senhores senadores.

Esses são os fatos da realidade. Essa é a verdade que os fatos revelam, por mais que o cinismo e a estultícia da grande mídia tentem perverter e adulterar a natureza das coisas.

Como antídoto para o massacre diário do discurso antinacional, antidemocrático e antipopular que se estabeleceu no país, quero oferecer um texto do professor de Filosofia da Universidade Federal do Espírito Santo, Maurício Abdala, publicado no “Le Monde Diplomatique”.

Os 13 pontos do professor Abdala são uma leitura necessária para quem ama o Brasil e acredita que ainda é possível vencer esses tempos tão sinistros da nossa história.

Vamos ao contraveneno às sandices daqueles que acreditam que do lixo que produzem é possível brotar alguma vida.

Vamos lá.

1 – O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.

2 – Os donos do poder não são os políticos. Estes são apenas instrumentos dos verdadeiros donos do poder.

3 – O verdadeiro exercício do poder é invisível. O que vemos, na verdade, é a construção planejada de uma narrativa fantasiosa com aparência de realidade para criar a sensação de participação consciente e cidadã dos que se informam pelos meios de comunicação tradicionais.

4 – Os grandes meios de comunicação não se constituem mais em órgãos de “imprensa”, ou seja, instituições autônomas, cujo objeto é a notícia, e que podem ser independentes ou, eventualmente, compradas ou cooptadas por interesses. Eles são, atualmente, grandes conglomerados econômicos que também compõem o complexo financeiro-empresarial que comanda o poder invisível.

Portanto, participam do exercício invisível do poder utilizando seus recursos de formação de consciência e opinião.

5 – Os donos do poder não apoiam partidos ou políticos específicos. Sua tática é apoiar quem lhes convém e destruir quem lhes estorva. Isso muda de acordo com a conjuntura. O exercício real do poder não tem partido e sua única ideologia é a supremacia do mercado e do lucro.

6 – O complexo financeiro-empresarial global pode apostar ora em Lula, ora em um político do PSDB, ora em Temer, ora em um aventureiro qualquer da política. E pode destruir qualquer um desses de acordo com sua conveniência.

7 – Por isso, o exercício do poder no campo subjetivo, responsabilidade da mídia corporativa, em um momento demoniza Lula, em outro Dilma, e logo depois Cunha, Temer, Aécio, etc. Tudo faz parte de um grande jogo estratégico com cuidadosas análises das condições objetivas e subjetivas da conjuntura.

8 – O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.

9 – Assim, os donos do poder não querem um governo ou outro à toa: eles querem, na conjuntura atual, a reforma na previdência, o fim das leis trabalhistas, a manutenção do congelamento do orçamento primário, os cortes de gastos sociais para o serviço da dívida, as privatizações e o alívio dos tributos para os mais ricos.

10 – Se a conjuntura indicar que Temer não é o melhor para isso, não hesitarão em rifá-lo. A única coisa que não querem é que o povo brasileiro decida sobre o destino de seu país.

11 – Portanto, cada notícia é um lance no jogo. Cada escândalo é um movimento tático. Analisar a conjuntura não é ler notícia. É especular sobre a estratégia que justifica cada movimento tático do complexo financeiro-empresarial (do qual a mídia faz parte), para poder reagir também de maneira estratégica.

12 – A queda de Temer pode ser uma coisa boa. Mas é um movimento tático em uma estratégia mais ampla de quem comanda o poder. O que realmente importa é o que virá depois.

13 – Lembremo-nos: eles são mais espertos. Por isso estão no poder.

Senhoras e senhores senadores. Brasileiros.

Os pressupostos estão aí. Mas essa compreensão incisiva da realidade obriga-nos um passo seguinte: a ação.

Depois que Hitler invadiu a França, despojando-a de sua soberania, anulando-a como nação, Charles de Gaulle chamou seus compatriotas à resistência, acima dos interesses de cada um. O que estava em jogo era a existência do país, seus valores, suas tradições, suas crenças, sua identidade.

Até mesmo os contrabandistas que tão bem conheciam as fronteiras da França, até eles foram convocados à grande tarefa de libertação do país.

Não estou insinuando que, no caso da grande tarefa de libertação do Brasil, até corruptos devam ser convocados, mesmo porque boa parte deles estão de papo para o ar, refestelados nos milhões com que foram premiados pela delação.

Convoco os homens e as mulheres que amam este país, que abominam a corrupção e o entreguismo.

Que rejeitam ser escravos do dinheiro; que não aceitam a prevalência do capital financeiro sobre o capital produtivo.

Que não querem ver esse país tão rico transformado em uma plantation colonial, a ofertar ao mundo desenvolvido grãos, minérios, petróleo, terras e água.

Que não querem ver os nossos trabalhadores transformados em mão de obra semiescravizada, para o desfrute global.

Com Shakespeare e Henrique V, antes da batalha de Agincourt, encerro dizendo: aqui estão os brasileiros que deviam estar. E os que não estiverem vão se arrepender até o fim de suas vidas não terem estado conosco.

Nada temos a perder, pois o que tínhamos está sendo surrupiado, desbaratado e vendido a preço de banana pelos entreguistas do Brasil, com a prestimosa colaboração de alguns tolos que se arvoram em heróis da pátria.”

FB_IMG_1518082868203

Documentos apresentados por Durán indicam que Lava Jato plantou provas 

9 fev

Casuísmo do TSE contra Lula imita ditadura militar

9 fev

Maria da Conceição Tavares e a crise brasileira
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/02/09/maria-da-conceicao-tavares-e-a-crise-brasileira/

Vivemos sob a penumbra da mais grave crise da história do Brasil, uma crise econômica, social e política. Enfrentamos um cenário que vai além da democracia interrompida. A meu ver, trata-se de uma democracia subtraída pela simbiose de interesses de uma classe política degradada e de uma elite egocêntrica, sem qualquer compromisso com um projeto de reconstrução nacional – o que, inclusive, praticamente aniquila qualquer possibilidade de pactação.

Hoje, citar um político de envergadura com notória capacidade de pensar o país é um exercício exaustivo. O Congresso é tenebroso. A maioria está lá sabe-se bem com que fins. O elenco de governadores é igualmente terrível. Não há um que se sobressaia. E…

BLOG DOS SERVIDORES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

09.02.2018
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

Casuísmo foi um termo muito popular durante a ditadura militar, que modificava leis conforme seu interesse exigia, frequentemente ignorando a própria Constituição para se manter no poder por longos vinte e um anos. A má notícia é que a ditadura oriunda do golpe parlamentar de 2016 quer imitar prática da ditadura anterior criando casuísmo eleitoral contra Lula.

Mudar a lei eleitoral para impedir vitórias dos adversários do regime era pratica comum. Houve casuísmos grotescos, mas não tão maiores do que o que o Tribunal Superior Eleitoral poderá criar.

Voltemos um pouco no tempo, porém, para entender a questão. 

Os militares prometiam democracia, mas na primeira derrota eleitoral em 1965, em Estados importantes como Guanabara (hoje Rio de Janeiro) e Minas, as eleições diretas para prefeito das capitais e governadores foram canceladas. A partir dali os mandatários passaram a ser nomeados pelos…

Ver o post original 585 mais palavras

← Older Entries
Newer Entries →