CUT repudia má-fé da Folha de S. Paulo: “Não negociamos retirada de direitos dos trabalhadores!”

7 dez

O caminho de volta está ficando bloqueado
> https://gustavohorta.wordpress.com/2015/07/21/o-caminho-de-volta-esta-ficando-bloqueado/

…Nossa sociedade vive hoje dividida, vive hoje compartimentada e partidarizada ao extremo. Estou, é claro, incluído aí. Hoje poderíamos estar assim entendidos:

1) Há mesmo os tolos.
2) Há também os idiotas idiotizados que sequer perceberam que são manipulados.
3) Há ainda os idiotas idiotizados que de tão manipulados tornaram-se manipuladores e agem como fantoches nas mãos dos titeriteiros de plantão na GBOBO e na Óia, por exemplo. Muitos outros há sob o controle burguês e elitista das seis ou sete famílias – ou “famiglie”.
4) Há alguns idiotas idiotizados que já perceberam as manobras manipuladoras ilusionistas.
5) Mas há os manipuladores profissionais, os que estão ganhando dinheiro para manipular, que estão tirando, ou planejam tirar, vantagens da manipulação. Estes são cruéis, covardes, traiçoeiros.

Ainda não sei em qual das categorias enquadrar alguns cidadãos. Na verdade, muito difícil enquadrar pessoas. Apenas sei reconhecer quando não se trata de um cidadão do grupo 4); pelo menos assim às vezes parece ser….

BLOG DOS SERVIDORES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

07.12.2017
Do blog  VI O MUNDO
Por da CUT Nacional

CUT repudia má-fé da Folha de S. Paulo

Vagner Freitas, presidente da CUT NACIONAL

Central não negocia retirada de direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, muito menos com um governo golpista, ilegítimo e corrupto

A CUT repudia a má-fé da Folha de S. Paulo que distorce e manipula informações com o claro objetivo de enfraquecer a luta do movimento sindical contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Uma nota do Painel da Folha insinua que o governo irá liberar recursos em troca de apoio a nova proposta de reforma da Previdência que praticamente acaba com a aposentadoria.

Em minutos a nota virou manchete do UOL, como se fosse uma verdade incontestável.

É mais uma mentira da Folha de S. Paulo!

O governo não está liberando nada. Esse dinheiro pertence a CUT e demais centrais e foi…

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NÃO APRENDEMOS NADA NOS ÚLTIMOS 100 MIL ANOS…

7 dez

Não podem perceber a guerra no horizonte?
> https://gustavohorta.wordpress.com/2017/12/07/nao-podem-perceber-a-guerra-no-horizonte/

19732357_1093151407484122_6099016409428834634_n (1)Pelo jeito nossa baixa capacidade cognitiva, que de forma sistemática conduz a humanidade ao não aprendizado, também nos levará a um novo conflito Mundial.

O liberalismo acabou por se transformar em um verdadeiro inferno que atormenta os corações e mentes e estimula a que tudo seja permitido para assegurar ganhos, lucros e rendimentos.

Perdeu-se no mundo o equilíbrio entre as diferentes doutrinas econômicas. Hoje todos são capitalistas. Hoje vale tudo.

As outras espécies de seres vivos já padecem há bastante tempo sob as botinas desse sistema econômico.

Muitos povos da própria espécie humana vem sendo destruídos e dilapidados, década após década, sempre para favorecer o ímpeto ganancioso sem fim dos ganhos a todo custo.

A idade contemporânea mostra-se como o tempo em que tudo vale e no qual ninguém vale nada. Só existe o dinheiro e tudo gira ao seu redor.

Conseguimos finalmente criar o verdadeiro inferno. Como Dante esteve errado ao apresentar na Divina Comédia sua visão do inferno. A comunidade capitalista criou seu próprio inferno. E os senhores do capital, as corporações internacionais e multinacionais, são os demônios a chicotear e espetar os demais que agora purgam.

Muitos e tantos a acreditar que também poderão ter poder para igualmente humilhar e massacrar.
Uma merda.

A humanidade criou os seus demônios, os instalou confortavelmente no inferno e padecerá sob o poder dos mesmos.
Uma merda.

gustavohorta.wordpress.com

Não podem perceber a guerra no horizonte?

7 dez

> https://gustavohorta.wordpress.com/2017/12/07/nao-aprendemos-nada-nos-ultimos-100-mil-anos/

Pelo jeito nossa baixa capacidade cognitiva, que de forma sistemática conduz a humanidade ao não aprendizado, também nos levará a um novo conflito Mundial.

O liberalismo acabou por se transformar em um verdadeiro inferno que atormenta os corações e mentes e estimula a que tudo seja permitido para assegurar ganhos, lucros e rendimentos.

Perdeu-se no mundo o equilíbrio entre as diferentes doutrinas econômicas. Hoje todos são capitalistas. Hoje vale tudo.

As outras espécies de seres vivos já padecem há bastante tempo sob as botinas desse sistema econômico.

Muitos povos da própria espécie humana vem sendo destruídos e dilapidados, década após década, sempre para favorecer o ímpeto ganancioso sem fim dos ganhos a todo custo.

A idade contemporânea mostra-se como o tempo em que tudo vale e no qual ninguém vale nada. Só existe o dinheiro e tudo gira ao seu redor.

Conseguimos finalmente criar o verdadeiro inferno. Como Dante esteve errado ao apresentar na Divina Comédia sua visão do inferno. A comunidade capitalista criou seu próprio inferno. E os senhores do capital, as corporações internacionais e multinacionais, são os demônios a chicotear e espetar os demais que agora purgam.

Muitos e tantos a acreditar que também poderão ter poder para igualmente humilhar e massacrar.
Uma merda.

A humanidade criou os seus demônios, os instalou confortavelmente no inferno e padecerá sob o poder dos mesmos.
Uma merda.

gustavohorta.wordpress.com

Não podem perceber a guerra no horizonte?

> https://dinamicaglobal.wordpress.com/2017/12/07/nao-podem-perceber-a-guerra-no-horizonte/


De acordo com notícias da imprensa britânica, o Presidente russo, Vladimir Putin, deu ordem às indústrias russas para se prepararem de modo a 
poderem mudar rapidamente para uma produção de guerra.
Claro que o governo russo não faria tal anúncio a não ser que estivesse convencido de que a perspectiva da guerra com o Ocidente fosse real. Há já algum tempo, que tenho salientado nas minhas colunas que, a consequência das acções hostis há alguns anos, levadas a cabo por Washington e pelos seus vassalos europeus, contra a Rússia, conduziam à guerra.É fácil perceber que o enorme complexo militar/ segurança dos EUA precisa de um inimigo convincente para justificar o seu enorme orçamento, que os alucinados neoconservadores colocam a ideologia fantasiosa de uma hegemonia mundial dos EUA acima da vida do planeta, e que Hillary e a Comissão do Partido Democrata Nacional farão qualquer coisa para derrubar a vitória presidencial de Trump.
No entanto, é difícil compreender por que motivo os líderes políticos europeus estão dispostos a colocar os seus países em risco a fim de beneficiarem Washington.
No entanto, fazem-no. Por exemplo, em 13 de Novembro, a Primeira Ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que a Rússia era uma ameaça à segurança internacional e que estava a interferir nas eleições europeias e a piratear informaticamente os governos europeus. Não há provas para essas reivindicações como não há para o “Russiagate”.
No entanto, as alegações continuam e multiplicam-se. Presentemente, a União Europeia está a coordenar as antigas províncias da União Soviética – Bielorrússia, Moldávia, Ucrânia, Geórgia, Arménia e Azerbaijão – numa “Parceria Oriental” com essa mesma União Europeia.

 

Por outras palavras, o Ocidente está a coordenar abertamente as antigas províncias de Moscovo contra a Rússia, que é declarada pela primeira ministra, Teresa May como sendo um “Estado hostil”. A Rússia sabe que não há fundamentos para essas alegações e considera-as idênticas às alegações falsas contra Saddam Hussein, Gaddafi e Assad para justificar os ataques militares contra o Iraque, Líbia e Síria. Tendo convencido a Rússia de que ela está a ser encarada como um alvo a atacar, a mesma está a preparar-se contra a guerra.

Pensem nisto durante um momento. O mundo está a ser conduzido ao Armageddon, simplesmente porque o complexo militar/segurança, corrupto e ganancioso, precisa de um inimigo para justificar o seu enorme orçamento, porque Hillary e o DNC não podem aceitar uma derrota política e porque os neoconservadores têm a ideologia da Supremacia Americana.

Qual é a diferença entre a detestada Supremacia Branca e a Supremacia Americana que o próprio Presidente Obama aprovou? Por que motivo a supremacia branca é terrível e a Supremacia Americana é uma dádiva oferecida a este país “excepcional” e “indispensável”?

O governo russo partilhou abertamente a sua preocupação pelo facto de a Rússia estar a ser considerada um alvo para ataques militares. Tal como eu e mesmo a CNN, o New York Times e o Washington Post, relataram, o Vice-Comandante do Comando de Operações Militares russas declarou publicamente a preocupação de que Washington esteja a preparar um ataque nuclear surpresa contra a Rússia.

O Presidente Putin chamou a atenção, recentemente, para a recolha de DNA russo, a mando de Washington e levada a cabo por um laboratório de armamento da Força Aérea dos EUA, o que implica o desenvolvimento de uma arma biológica específica contra a Rússia.

Em muitas ocasiões, a Rússia chamou a atenção para as bases dos EUA e da NATO nas suas fronteiras, apesar das garantias anteriores das administrações dos EUA de que tal situação nunca iria acontecer.

 

Temos de nos interrogar:

Por que razão é que este assunto não é o principal ponto de discussão pública e política – de que Washington convenceu a Rússia de que ela, um poder nuclear e militar de primeiro grau, vai ser atacada?

Em vez disso, ouvimos falar de jogadores de futebol que se ajoelham ao escutar o hino nacional, notícias falsas sobre Russiagate, um tiroteio em Las Vegas, etc.

Também devemos nos interrogar:

Durante quanto tempo Washington vai permitir que qualquer um de nós, através da Internet, relate notícias verdadeiras em vez das falsas que Washington divulga, para controlar as explicações?

O esforço do presidente da Comissão Federal de Comunicações para destruir a neutralidade da rede e outros esforços em curso para desacreditar as notícias verdadeiras, pois que a propaganda russa indica que Washington concluiu que, para lançar a guerra contra a Rússia, Washington também deve lançar a guerra contra a verdade.

https://www.globalresearch.ca/the-fccs-order-is-out-it-will-end-net-neutrality-and-break-the-internet-weve-read-it-and-heres-what-you-need-to-know/5619857

https://www.globalresearch.ca/selected-articles-good-bye-to-net-neutrality/5620061

Washington não vai sobreviver à sua guerra, nem os povos americanos, nem os europeus.


Autor: Paul Craig Roberts
Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Dinâmica Global

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A. Sergio Barroso: PIB 0,1%: Meirelles, entreguista e enganador!

5 dez

TRAIDORES DA PÁTRIA, TRAIDORES DA NAÇÃO. TRAIDORES DO BRASIL E DE NOSSO POVO.
> https://gustavohorta.wordpress.com/2016/02/25/traidores-da-patria-traidores-da-nacao-traidores-do-brasil-e-de-nosso-povo/

Venderam-se? Trocaram seu voto por alguma vantagem?

Trocaram o seu voto pela impunidade na Justiça à Brasileira? Trocaram favores? Trocaram sacanagens?

Prostituíram-se? Não, isto não. As prostitutas vendem o corpo que é delas! Esta gente se vende e vende o povo brasileiro.

Transformaram o Brasil em um bacanal, em uma suruba. Gostem ou não, nãoimporta, neste bacanal só o nosso ânus é que entra na roda da canalha cretina e endinheirada. Nosso ânus, esculachado, esculhambado, arregaçado.

E a quadrilha canalha gosta e se satisfaz em orgasmos infindáveis sobre os nossos corpos alquebrados e dilapidados.

E a quadrilha se diverte sobre nossa desgraça, em aeroportos privados, em conluios metropolitanos, em apartamentos em Paris, em triplex em áreas depreservação permanente, em desmatamentos, em helicópteros carregados de cocaína, em obras inexistentes, em … Em tantas e tantas sacanagens que de fato são pornográficas, virulentas….

Blog do Renato

Trata-se de demagogia sem desfaçatez a comemoração do “crescimento” trimestral de 0,1% do PIB pelo governo Temer. Na verdade, a divulgação do resultado revela uma preocupante tendência do desempenho da economia brasileira. Pesquisa da FGV, também informada esta semana, concluiu com uma “releitura da recessão”, que, de 2014 a 2016, a contração do PIB no período foi de 8% e não de 8,6% conforme os indicadores originais do IBGE.

Trata-se de demagogia sem desfaçatez a comemoração do “crescimento” trimestral de 0,1% do PIB (Produto Interno Bruto), da economia brasileira, pelo governo Temer. Assim como pela mídia irresponsável que o apoia e os apologistas do mercado. Aliás, ontem mesmo o jornal Valor Econômico, estampava que “analistas” previam uma alta de 0,3% dessa variável econômica.

Assim, frustração de especuladores financistas, que agora passam a chantagear o país, difundindo, imediatamente, que se a tal reforma da Previdência não for aprovada, haverá logo, logo…

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Brasil – uma colônia: Traidores de ontem e de hoje.

5 dez

Quanta fragilidade.
Como pode toda uma economia de um país que seria o oitavo no ranking mundial ser destruída por um juizeco de primeira instância…
Soa ser uma cumplicidade generalizada.
País de vendedores que entregam povo outros dominadores e predadores.

gustavohorta.wordpress.com

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Quem trai quem? Tenho um grande amigo, inquestionável nacionalista, para quem o mameluco senhor de engenho Domingos Fernandes Calabar não pode ser aviltado como exemplo de traidor do Brasil. Não lhe faltam razões.

Não havia o Brasil, um estado livre e soberano, mas uma colônia, mudada, por razões estrangeiras, de colonizador e que observava a disputa de suas terras por potencias coloniais. Apoiar qualquer delas não seria defender um país livre; portanto Calabar não agiria como Mathias de Albuquerque, defensor e membro do estamento oficial do colonizador lusitano. Mas também não precisava, como o potiguar Felipe Camarão, tomar partido do colonizador mais antigo que, por quase um século, só fizera explorar as riquezas naturais do Brasil.

O que é curioso, e esta posição de meu amigo o destaca, é não se colocar a questão da defesa nacional. Esta se confunde com os impérios colonizadores que reconhecemos em Portugal, na Inglaterra, nos Estados Unidos da América (EUA) e no sistema financeiro internacional – que denomino “banca”. Façamos justiça ao historiador brasileiro Gustavo Barroso que, no século passado, já descrevia o Brasil como “colônia de banqueiros”.

Não tomarei o precioso tempo de meus leitores, narrando as traições em nossa história. Vou colocar algumas questões de nossa contemporaneidade.

O texto, abaixo transcrito, é de uma Portaria do Ministério da Fazenda, com destaques meus:

“a) concede isenções de Imposto de Renda às firmas consultoras de planejamento, projeto de engenharia, domiciliadas e operando exclusivamente no exterior;

b) concede, igualmente, isenção de imposto para os serviços prestados por empresas estrangeiras, quando em consórcio ou associação com firma nacionais, aplicando-se sobre a parte destas últimas a taxação legal;

c) arbitra em 20% o lucro operacional de agentes, representantes ou subsidiárias de firmas estrangeiras funcionando no País;

d) mantém o Imposto de Renda legal (28%) para as firmas nacionais.”

Seria um caso do tão atualmente propalado ato de corrupção? Mas, certamente, não podemos atribuir esta Portaria ao interesse nacional. Logo, só resta concluir que se trata de uma traição, um crime de lesa Pátria. Ou seja, medida que beneficia claramente o interesse estrangeiro em face do interesse nacional.

Este ato foi assinado, em 8 de junho de 1966, pelo Ministro da Fazenda Otávio Gouveia de Bulhões – Portaria nº 184.

Não foi um ato isolado, em defesa do interesse estrangeiro, se o caro leitor se interessar, há inúmeros exemplos de atuação de Ministros da época, como do Planejamento, da Viação e Obras Públicas e que estão no livro do professor e historiador Pedro Henrique Pedreira Campos, “Estranhas Catedrais” As empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988, Editora da UFF, Niterói, 2014.

Neste livro há um fato inquestionável, assim descrito: “Logo após o golpe de estado de abril de 1964, a maior parte dos postos de comando no aparelho de Estado foram preenchidos por quadros do Ipes e da Consultec, representando os interesses dos capitais privados internacionais e seus associados”.

O que era o Ipes? O Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) foi fundado, em 29 de novembro de 1961, por Augusto Trajano de Azevedo Antunes (da CAEMI) e Antônio Gallotti (da Light). Como é hoje do conhecimento geral e está no “1964: a conquista do Estado“, de René Armand Dreifuss (Vozes, Petrópolis, 3ª ed. 1981), o IPES recebia do governo dos EUA a maior parcela de seus recursos. Havia outros “doadores”, embora com valores insuficientes para sua abrangente ação. Apenas exemplificando os outros: Refinaria União, Icomi, Listas Telefônicas Brasileiras e pessoais, como do banqueiro José de Magalhães Pinto.

Disso resultaram medidas que levaram ao fechamento inúmeras empresas brasileiras e o domínio de setores inteiros de nossa economia por estrangeiras.

Acaso não constituiria esta dependência econômica, posteriormente também política e até educacional, uma traição ao Brasil?

Estas traições não decorrem apenas de golpes militares ou judiciais, como o de 2016. Também há golpes eleitorais, traições à vontade nacional, como o que elegeu Fernando Collor e o que aprovou a reeleição de Presidente da República.

De acordo com artigo, publicado no Jornal Virtual Brasil 247, do deputado federal por São Paulo, Valmir Prascidelli, “Temer trai o Brasil e entrega patrimônio a estrangeiros” (30/11/2017): “The Guardian, no último domingo, 19, a partir da investigação realizada pelo Greenpeace, que buscou e denunciou o interesse e o lobby de petrolíferas internacionais na flexibilização das legislações ambientais em vários países. No caso do Brasil, o jornal publicou, entre outros documentos, um telegrama entre a chancelaria do Reino Unido ao governo Temer, para que atendesse aos interesses das petroleiras ShellPremier Oil na área do Pré-sal.

De acordo com denúncia do Greenpeace, Temer aceitou e cedeu a pressão inglesa renovando, até 2040, o Repetro que isenta a importação de equipamentos da indústria do petróleo. Não satisfeito, o presidente ainda editou a MP 795, concedendo isenções fiscais para as petroleiras, abrindo mão de o país receber mais de R$ 1 trilhão em impostos”.

Isenção para empresas estrangeiras como fazia Gouveia de Bulhões no Governo Castello Branco.

No mesmo Brasil 247, seu colunista Leonanrdo Attuch (O Brasil de Temer, um governo a serviço da Shell, em 25/11/2017) acrescenta: “O protagonista deste episódio é Paulo Pedrosa, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia. Segundo um telegrama da embaixada britânica, Pedrosa se reuniu com Greg Hands, ministro do Comércio do Reino Unido, e prometeu fazer lobby, no governo brasileiro, em defesa de petroleiras como a Shell e a BP. Dito e feito, antes dos leilões do pré-sal, foram removidas as exigências de conteúdo nacional na compra de equipamentos, as leis ambientais foram flexibilizadas e as empresas ainda ganharam isenção fiscal por mais de vinte anos”.

Pronto, fechada uma cadeia (ups!) de traição. Calabar, de traição discutível, foi esquartejado, Bulhões morreu aos 84 anos, rico e reverenciado, o que ocorrerá aos traidores de hoje?

Norbert Elias, o grande estudioso do processo civilizatório, escreve sobre a “psicologia histórica” como a investigação a ser desenvolvida para compreender melhor situações que a sociologia não consegue. Um caso seria dos traidores?

Escondidos sobre o manto ideológico, o Brasil sofreu inúmeras traições. Nunca, obviamente, pelo povo; sempre vítima. As traições vem das autoridades, principalmente as golpistas.

Vejamos o exemplo da informática, cuja atual dependência tanto nos humilha.

Ivan da Costa Marques (Brazil and its unenlightened despots: 1979/1980, 2012 IEEE), Vera Dantas (Guerrilha Tecnológica: a verdadeira história da política nacional de informática, Livros Técnicos e Científicos, RJ, 1988) e Tullo Vigevani (O Contencioso Brasil X Estados Unidos da Informática, EDUSP, Ed. Alfa-Omega, SP, 1995 – em especial o Bloco VIII O Bloco da Política Nacional de Informática) narram o uso do anticomunismo para impedir o desenvolvimento da informática brasileira.

Os principais atores foram, sob o abrigo do General Danilo Venturini, secretário do Conselho de Segurança Nacional (CDN), o Embaixador Paulo Cotrim – que deu nome à Comissão Cotrim para demolir a política nacional de informática – os coronéis Joubert Brízida de Oliveira, Edson Dytz, Ezil Veiga Rocha, o presidente do CNPq, José Dion de Melo Telles, e Antonio Carlos Loyola Reis. Quer pela influência da IBM e da Burroughs – que agiram com conhecimento de todos profissionais do ramo – quer por suposta ignorância de seus atos (difícil mas não impossível em pessoas naquele nível de atuação), quer por suborno, sob várias formas, inclusive nomeação para cargos públicos mais relevantes, quer mesmo por corrupção financeira, estas pessoas, no momento importantíssimo da mudança de conceito para a computação pessoal (personal computer), colocaram um fim na informática brasileira.

Apenas recordando, o Brasil foi o único país não desenvolvido que fabricou o minicomputador com todos recursos nacionais, de hardware e de software.

A atual traição dos membros de todos os poderes ao desenvolvimento e à soberania do Brasil é destes casos que mereceriam uma investigação psicológica.

A situação mundial de hoje é muito diferente daquela do golpe de 1964. Naquele havia o objetivo nacional dos EUA, encoberto por uma questão ideológica, de expansão econômica colonizadora. Agora trata-se de um projeto global de dominação por um sistema; a banca, o sistema financeiro internacional.

Octavio Ianni, no artigo “O declínio do Brasil-Nação”, escreve: “Esta é a ironia da história: o Brasil nasce no século XVI como província do colonialismo e ingressa no século XXI como província do globalismo”.

Trai-se, agora, transferindo um trilhão de reais do desenvolvimento brasileiro, oriundos do pré-sal, para os bolsos dos acionistas da Shell, BP, Premier Oil e petroleiras estrangeiras. É traição retirar dos aposentados suas míseras aposentadorias para engordar os lucros dos banqueiros. É traição esconder-se em filigranas jurídicas para impedir o saque que os poderes executivo e legislativo promovem das riquezas naturais e do trabalho dos brasileiros.

Vivemos no país governado (os três poderes) pelos Joaquim Silvério dos Reis.


Autor: Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

Publicado em dinamicaglobal.wordpress.co

Dinâmica Global

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Vídeo direto de Madri: Moro quer ter jurisdição sobre a Espanha. Por Joaquim de Carvalho

5 dez

Quanta fragilidade.
Como pode toda uma economia de um país que seria o oitavo no ranking mundial ser destruída por um juizeco de primeira instância…
Soa ser uma cumplicidade generalizada.
País de vendedores que entregam povo outros dominadores e predadores.

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O LADO ESCURO DA LUA

[Vídeo direto de Madri: Moro quer ter jurisdição sobre a Espanha. Por Joaquim de Carvalho] é bom. Dê uma olhada! http://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-direto-de-madri-moro-quer-ter-jurisdicao-sobre-espanha-por-joaquim-de-carvalho/

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NOSSA CAPA DE HOJE

5 dez

Quanta fragilidade.
Como pode toda uma economia de um país que seria o oitavo no ranking mundial ser destruída por um juizeco de primeira instância…
Soa ser uma cumplicidade generalizada.
País de vendedores que entregam povo outros dominadores e predadores.

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