MAS, ENTENDI

16 mar

Mas, entendi

Eu também fiquei um tempão sem entender por que os militares apoiavam este energúmeno parasita em seus devaneios e em suas atitudes tresloucadas e ensandecidas.

Até que um dia eu entendi.

Eu entendi e percebi que é a operação Condor que nunca tinha se encerrado.

Eu entendi e percebi que a ditadura de 1964 também nunca tinha se encerrado.

Eu entendi e percebi que aqueles ovos da serpente já vinham se eclodindo há um tempão no interior de nossa República, permeando todos os nossos poderes republicanos e invadindo e controlando os meios de comunicação tradicionais, cumprindo as prescrições ensinadas por Goebells.

Eu entendi e percebi que esse energumeno parasita não passa da ponta de um iceberg, não passa de um marionete, tendo como títeres os membros dos altos escalões de  nossas Tênues Desarmadas.

Eu entendi e percebi que essas Tênues Desarmadas não passam de tchutchucas traidoras e entreguistas de nosso país e de nossa nação.

Eu entendi que percebi que aquelas práticas políticas ensinadas pela ditadura não foram obras do acaso e sim instrumentos estratégicos de dominação dos poderes republicanos do Brasil.

Eu entendi e percebi. Pena que foi tarde demais. Claramente estamos diante de mais algumas décadas perdidas para a nação brasileira. A traição do Povo e a entrega do país mostram-se cada vez mais eminentes e consolidadas nos traidores que por aí estão.

Eu entendi e percebi que somos todos babacas, que somos idiotas idiotizados, que nos tornamos retardados de tão manipulados. Alguns de nós idiotas, alguns de nós idiotas idiotizados, alguns de nós idiotas idiotizados que também nos tornamos manipuladores, e alguns outros manipuladores profissionais carregados de interesse em manter o povo subserviente e subjugado, sempre a serviço das grandes corporações internacionais, sistematicamente dirigidas e orientadas pelo capital absolutamente desprovido de qualquer sentimento.

Eu entendi e percebi. Tarde demais.

gustavohorta.wordpress.com

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*QUE MERDA*

https://gustavohorta.wordpress.com/2020/03/14/que-merda/

…REFORMAS FALSAS, NOTAS FISCAIS FRIAS, DELAÇÕES COMBINADAS, DELAÇÕES SELETIVAS, JUIZ INQUISITOR, JUIZ PROCURADOR, JUIZ PROMOTOR, GRANA PARA PROCURADORES, GRANA COMPARTILHADA COM OS ESTADUNIDENSES, TRAIÇÕES, VENDILHÕES, ….

A prisão ilegal de Lula, a fraude eleitoral e os crimes eleitorais de 2018…
O infarto do Bebiano, o infarto do P. H. Amorim, …

Nunca virá à tona nada disso, porque nós sabemos que a trama do golpe militar que assola o país é com Supremo com tudo. …

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APATIFAM-NOS 👇👇👇

Por Luis Fernando Verissimo

‘Apatifar”, nos diz o “Aurélio”, significa tornar desprezível, aviltar, envilecer. Pessoas se apatifam, nações inteiras podem se apatifar, ou serem apatifadas. O mundo hoje vive uma assustadora onda de contágio viral que, espera-se, acabará controlada ou, eventualmente, desaparecerá. Já patifaria não mata, mas também contagia, com a diferença de que não tem nem perspectiva de cura.

É impossível observar o Brasil de hoje sem a sensação de estar assistindo a uma pantomima tragicômica, a decomposição de um Estado que, dissessem o que dissessem de governos anteriores — inclusive os lamentáveis —, mantinham, pelo menos, a linha, o que é mais do que se pode dizer da atuação de Bolsonaro & Filhos no palco do poder.

Agora se entende por que Bolsonaro insistia em dizer que não houve um golpe em 64 nem uma ditadura militar nos 20 anos seguintes: ele queria montar o seu próprio regime militar, enchendo o Planalto de generais de fatiota que deixam seus tanques no estacionamento e entram pela rampa principal, rindo da gente. Implícita nessa original tomada do poder está a ideia imorredoura de que só uma casta iluminada, os militares, sabem governar um país.

O apatifamento de uma nação começa pela degradação do discurso público e pela baixaria como linguagem corriqueira, adotada nos mais altos níveis de uma sociedade embrutecida. Apatifam-nos pelo exemplo. Milícias armadas impõem sua lei do mais forte e mais assassino com licença tácita para matar. Há uma guerra aberta com a área de cultura, e a ameaça de um retrocesso obscurantista nas prioridades de um governo que ainda não aceitou Copérnico, o que dirá Darwin. Aumentam os cortes de gastos sociais, além de cortes em direitos históricos dos trabalhadores. Aumenta a defloração da Amazônia. Aumentam as ameaças à imprensa.

E aumenta a suspeita de que na Universidade de Chicago o Paulo Guedes só assistiu às aulas de bobagens para dizer caso a economia não deslanche.

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Juca Kfouri
19/02/2020 12h19 – Por PAULO BRONDI

Bolsonaro é um cafajeste. Não há outro adjetivo que se lhe ajuste melhor.
Cafajestes são também seus filhos, decrépitos e ignorantes. Cafajeste é também a maioria que o rodeia.
Porém, não é só. E algo que se constata é pior. Fossem esses os únicos cafajestes, o problema seria menor.
Mas, quantos outros cafajestes não há neste país que veem em Bolsonaro sua imagem e semelhança?
Aquele tio idiota do churrasco, aquele vizinho pilantra, o amigo moralista e picareta, o companheiro de trabalho sem-vergonha…
Bolsonaro, e não era segredo pra ninguém, reflete à perfeição aquele lado mequetrefe da sociedade.
Sua eleição tirou do armário as criaturas mais escrotas, habitués do esgoto, que comumente rastejam às ocultas, longe dos olhos das gentes.
Bolsonaro não é o criador, é tão apenas a criatura dessa escrotidão, que hoje representa não pela força, não pelo golpe, mas, pasmem, pelo voto direto. Não é, portanto, um sátrapa, no sentido primeiro do termo.
Em 2018 o embate final não foi entre dois lados da mesma moeda. Foi, sim, entre civilização e barbárie. A barbárie venceu. 57 milhões de brasileiros a colocaram na banqueta do poder.
Elementar, pois, a lição de Marx, sempre atual: “não basta dizer que sua nação foi surpreendida. Não se perdoa a uma nação o momento de desatenção em que o primeiro aventureiro conseguiu violentá-la”.
Muitos se arrependeram, é verdade. No entanto, é mais verdadeiro que a grande maioria desse eleitorado ainda vibra a cada frase estúpida, cretina e vagabunda do imbecil-mor.
Bolsonaro não é “avis rara” da canalhice. Como ele, há toneladas Brasil afora.
A claque bolsonarista, à semelhança dos “dezembristas” de Luís Bonaparte, é aquela trupe de “lazzaroni”, muitos socialmente desajustados, aquela “coterie” que aplaude os vitupérios, as estultices do seu “mito”. Gente da elite, da classe média, do lumpemproletariado.
Autodenominam-se “politicamente incorretos”. Nada. É só engenharia gramatical para “gourmetizar” o cretino.
Jair Messias é um “macho” de meia tigela. É frágil, quebradiço, fugidio. Nada tem em si de masculino. É um afetado inseguro de si próprio.
E, como ele, há também outras toneladas por aí.
O bolsonarismo reuniu diante de si um apanhado de fracassados, de marginais, de seres vazios de espírito, uma patuléia cuja existência carecia até então de algum significado útil. Uma gentalha ressentida, apodrecida, sem voz, que encontrou, agora, seu representante perfeito.
O bolsonarismo ousou voar alto, mas o tombo poderá ser infinitamente mais doloroso, cedo ou tarde.
Nem todo bolsonarista é canalha, mas todo canalha é bolsonarista.
Jair Messias Bolsonaro é a parte podre de um país adoecido.

Paulo Brondi é Promotor de Justiça em Jataí, Goiás.

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*Compartilhando >> “O golpe d(o) [energúmeno] está em curso. Já está acontecendo: a hora de lutar pela democracia é agora”* – por ELIANE BRUM

https://gustavohorta.wordpress.com/2020/03/01/compartilhando-o-golpe-do-energumeno-esta-em-curso-ja-esta-acontecendo-a-hora-de-lutar-pela-democracia-e-agora-por-eliane-brum/

“Só não vê quem não quer. E o problema, ou pelo menos um deles, é que muita gente não quer ver. O amotinamento de uma parcela da Polícia Militar do Ceará e os dois tiros disparados contra o senador licenciado Cid Gomes (PDT), em 19 de fevereiro, é a cena explícita de um golpe que já está sendo gestado dentro da anormalidade. Há dois movimentos articulados. Num deles, Jair Bolsonaro se cerca de generais e outros oficiais das Forças Armadas nos ministérios, substituindo progressivamente os políticos e técnicos civis no Governo por fardados…

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*TCHUTCHUCAS, um dia a cobra vai fumar…*

APATIFAM-NOS 👇👇👇

Por Luis Fernando Verissimo

‘Apatifar”, nos diz o “Aurélio”, significa tornar desprezível, aviltar, envilecer. Pessoas se apatifam, nações inteiras podem se apatifar, ou serem apatifadas. O mundo hoje vive uma assustadora onda de contágio viral que, espera-se, acabará controlada ou, eventualmente, desaparecerá. Já patifaria não mata, mas também contagia, com a diferença de que não tem nem perspectiva de cura.

É impossível observar o Brasil de hoje sem a sensação de estar assistindo a uma pantomima tragicômica, a decomposição de um Estado que, dissessem o que dissessem de governos anteriores — inclusive os lamentáveis —, mantinham, pelo menos, a linha, o que é mais do que se pode dizer da atuação de Bolsonaro & Filhos no palco do poder.

Agora se entende por que Bolsonaro insistia em dizer que não houve um golpe em 64 nem uma ditadura militar nos 20 anos seguintes: ele queria montar o seu próprio regime militar, enchendo o Planalto de generais de fatiota que deixam seus tanques no estacionamento e entram pela rampa principal, rindo da gente. Implícita nessa original tomada do poder está a ideia imorredoura de que só uma casta iluminada, os militares, sabem governar um país.

O apatifamento de uma nação começa pela degradação do discurso público e pela baixaria como linguagem corriqueira, adotada nos mais altos níveis de uma sociedade embrutecida. Apatifam-nos pelo exemplo. Milícias armadas impõem sua lei do mais forte e mais assassino com licença tácita para matar. Há uma guerra aberta com a área de cultura, e a ameaça de um retrocesso obscurantista nas prioridades de um governo que ainda não aceitou Copérnico, o que dirá Darwin. Aumentam os cortes de gastos sociais, além de cortes em direitos históricos dos trabalhadores. Aumenta a defloração da Amazônia. Aumentam as ameaças à imprensa.

E aumenta a suspeita de que na Universidade de Chicago o Paulo Guedes só assistiu às aulas de bobagens para dizer caso a economia não deslanche.

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