PUXA, QUANTA MERDA! QUANTA MERDA!

19 maio

FB_IMG_1526760504586Quem é Figueiredo Basto, o advogado de Curitiba acusado por doleiros de cobrar propina. Por Joaquim de Carvalho

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/quem-e-figueiredo-basto-o-advogado-de-curitiba-acusado-por-doleiros-de-cobrar-propina-por-joaquim-de-carvalho/

OLHA SÓ, QUALQUER MEXIDA QUE SE DÁ NESTE TAPETE APARECE SUJEIRA. E NEM TAPETE É NA VERDADE.

HÁ ALGUM TEMPO PENSEI TRATAR-SE DE UM POÇO.

HÁ ALGUM TEMPO PENSEI SE CHEGARÍAMOS AO FUNDO DE TAL POÇO…

DESCOBRI QUE NÃO SE TRATAVA DE UM POÇO, MAS SIM DE UMA FOSSA NEGRA. DEPOIS PUDE ENTENDER SE TRATAR DE UMA FOSSA NEGRA JÁ BASTANTE SATURADA.
E QUE ERA USADA SOMENTE PARA A DESCARGA NAS PRIVADAS.
É UMA FOSSA NEGRA CHEIA DE MERDA!

E COMO É FEDIDA, COMO É FEDORENTA!

E COMO SÓ TEM GENTE DA DIREITA, INDO DE ASSASSINOS, TRAFICANTES, CAFETÕES, PUNGISTAS, TRAIÇOEIROS, FARSANTES E, ENFIM, FILHOS DA PUTA GOLPISTAS QUE DERRUBATAM UM GOVERNO POPULAR DEMOCRATICAMENTE ELEITO PELA NAÇÃO BRASILEIRA.

EITA FOSSA FEDIDA!

gustavohorta.wordpress.com

 

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Jorge André Irion Jobim – sábado, 19 de maio de 2018

O MERCADO IMUNDO DAS DELAÇÕES. Por Fernando Brito

http://jobhim.blogspot.com.br/2018/05/o-mercado-imundo-das-delacoes-por.html?m=1

Como para provar o quanto o negócio das delações premiada se tornou tão imundo quanto é lucrativo o mercado de delações premiadas que nasceu e cresceu na estufa da força-tarefa da Lava Jato e na malsinda veara do sr. Sérgio Moro, Ricardo Galhardo, no Estadão, noticia que dois doleiros – Vinicius Claret, o Juca Bala, e  Cláudio de Souza – que participavam de esquemas de lavagem de dinheiro do “corretor” de moeda Dario Messer, eram coagidos a pagar uma “mesada” ao advogado de Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto, por “segurança em relação ao Ministério Público” e à Polícia Federal, entre 2006 e 2013.

O preço Não era para pagar “bagrinhos”: US$ 50 mil mensais, o que, todos estes anos, sobe à casa de vários milhões.

As datas são, assim, anteriores ao início da Operaçâo, mas compreende o período em que Alberto Yousseff já era velho conhecido de Moro e do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, ambos responsáveis pelo primeiro acordo de delação de Youssef, no caso Banestado, no qual foi condenado e deixado livre por ter delatado outros envolvidos.

Talvez esteja aí um caminho para que se descubra a razão de algo que ainda é misterioso: como é que se procuraria alguém que está condenado, que delatou e que estava, em tese, em liberdade condicional para intermediar negócios escusos de alto valor.

Teria Youssef, de fato, algum nível de “proteção” que o tornasse “seguro” para tais negócios, mesmo tendo sido “dedo duro”?

Mas isso não vem ao caso, porque a turma de Curitiba é invulnerável, como o Super-Homem, não é?

E quanto aos outros, bem, tem a história dos cem anos de perdão…judicial.

Além do padrinho de Moro, outro advogado ligado a ele é acusado de cobrar propinas sobre delações num esquema de corrupção na Lava Jato

https://blogdomello.blogspot.com.br/2018/05/alem-do-padrinho-de-moro-outro-advogado-ligado-a-ele-acusado-de-receber-propina.html?m=1

lava jato sob suspeita

Primeiro foi o advogado Zucolotto, padrinho de casamento do juiz Moro, acusado por Tacla Durán de ter vendido facilidades numa delação da Lava Jato por R$ 5 milhões.

Agora é um outro advogado de Curitiba, Figueiredo Basto, acusado por outros doleiros envolvidos na Lava Jato de extorqui-los desde 2006 (há 12 anos) cobrando US$ 50 mil por mês para não denunciá-los aos procuradores de deus da Lava Jato.

Acusado de integrar o esquema comandado pelo “doleiro dos doleiros” Dario Messer, o também doleiro Cláudio de Souza, conhecido como “Tony” ou “Peter”, relatou em delação ao Ministério Público Federal que pagou mensalmente uma “taxa de proteção” de US$ 50 mil (cerca de R$ 186 mil ao câmbio atual) – o dinheiro, conforme o colaborador, era entregue ao advogado curitibano Antonio Figueiredo Basto e um colega dele cujo nome não foi informado. [Estadão]

Basto é muito ligado a um amigo íntimo de Moro [olha o cerco se fechando: um padrinho e um amigo íntimo de Moro… isso já dá paraformar uma convicção em torno de fatos indeterminados, por enquanto, pelo menos…]:

É Joel Malucelli, o empresário milionário que se gaba de ser amigo do juiz. Tão amigo que, há alguns anos, promoveu o encontro entre Moro e o cantor Fagner, em Curitiba, oportunidade em que se divertiram juntos no bar de outro amigo da turma, João Zucolotto, irmão do advogado Carlos Zucolotto Júnior, aquele que foi acusado por Rodrigo Tacla Durán de tentar lhe vender facilidade em acordo de delação.
Tacla Durán foi a primeiro a dizer que, no time de Deltan Dallgnol, não há nenhum santo. Foi ele quem denunciou ter sido pressionado a contratar alguém da “panela” de Curitiba para ser poupado na Lava Jato.
Há pouco, Tacla Durán postou no Twitter a manchete do Estadão “Advogado de delatores é acusado de cobrar propinas”. E escreveu: “PANELA DE CURITIBA FERVE!!!! [Fonte: DCM]

O cerco se fecha sobre procuradores e advogados ligados a Moro e à Operação Lava Jato, com muitos deles passando de estilingue a vidraça.

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http://www.tijolaco.com.br/blog/o-mercado-imundo-das-delacoes/

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