DEFENSOR DE “ESCOLA SEM PARTIDO” PRESO EM FLAGRANTE DE RACISMO, NA CÂMARA DE VEREADORES DE NITERÓI

1 jun

Mesmo com todos esses intolerantes e DEFENSORES DO FIM DO DEBATE CRÍTICO NAS ESCOLAS, a participação de estudantes e professores ousou enfrentar o conservadorismo da direita fascista. Gritando “fascistas, machistas, não passarão” e “atenção playboy, Escola sem Partido não vai passar em Niterói”, mostravam sua indignação à tentativa de impor a mordaça nas escolas da cidade. A bancada do PSOL,Talíria Petrone, Tarcísio Motta, do Rio, e eu, fizemos intervenções no sentido da defesa da escola livre de cerceamento e contrária à perseguição aos professores e alunos.

 

Apesar dos terríveis acontecidos, é importante ver que os estudantes e professores representaram sua vontade de manter e aumentar a liberdade na escola. Aliás, esses que tanto se importam com a educação, como ressaltado no plenário, não pressionam os governos estaduais, municipais e federal por maiores investimentos na área, de forma a garantir melhores condições de ensino, infraestrutura e garantir o aprendizado das nossas crianças e adolescentes. São os mesmos que defendem e votam pelo sucateamento dos serviços públicos, para que a partir daí se privatize cada vez mais. São os que supostamente defendem a neutralidade – mas querem ajudar a criar uma geração de jovens que não tem acesso à discussão crítica, uma geração que não ponha medo na casta política do nosso país. É a direita. A direita mostrou bem sua cara: foi racista, comemorou a perseguição sofrida por uma professora do Colégio Liceu Peçanha em Niterói, surgiu com cartaz com os dizeres “Ustra Vive” (Ustra foi um militar chefe do DOI-Codi, responsável pela tortura e morte de opositores no período militar), dentre outras.

Repudiamos com todas as nossas forças os acontecimentos preconceituosos, autoritários e grotescos da noite de ontem, e repudiamos também este projeto inconstitucional.

Junto às entidades de classe como o SEPE e aos estudantes lutaremos contra esse projeto de Escola com Mordaça!”

Mamapress

Adorador de Bolsonaro mandou quatro meninas negras voltarem para África

por Marcos Romão

Os Sos Racismo Brasil, iniciativa parceira da Mamapress, denuncia há tempos que o projeto “Escola sem Partidos” é um projeto racista.

Um dos seus principais objetivos é amordaçar a conscientização e ensinamento de alunos e alunas negras, que eles tem valor, que não devem aceitar discriminações e, que devem orgulharem-se de suas origens africanas como construtores da nação multiétnica e multirracial brasileira.

Simpatizantes fundamentalistas religiosos da “Escola sem Partidos”, ou na verdade “Escola da Mordaça”, tem tocado verdadeiro horror nas escolas do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil, amedrontando com suas pregações alunos e alunas que demonstrem pertencer à religiões de matrizes africanas, ou que simplesmente desejem comemorar os festejos negros, como capoeira e jongo, sem falar do boicote ao Dia Nacional da Consciência Negra em Homenagem ao Herói Nacional Zumbi dos Palmares.

No dia…

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