Eliane Brum: COTIDIANO NO ESTADO DE EXCEÇÃO

30 maio

“OS PROCESSOS PROVAM QUE MORO FOI CARRASCO DE MARISA LETÍCIA E ANJO DA GUARDA DE CLÁUDIA CRUZ”

https://gustavohorta.wordpress.com/2017/05/29/os-processos-provam-que-moro-foi-carrasco-de-marisa-leticia-e-anjo-da-guarda-de-claudia-cruz/

PARE DE SE DESCULPAR PELAS COISAS QUE VOCÊ NÃO PODE FAZER E CONCENTRE SEUS ESFORÇOS PARA AS COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER.
AGIR E FAZER. PARE DE DAR DESCULPAS.

CADA UM DE NÓS PODE MUITO, PODE MUITA COISA.

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Pois é…
E a gente fica a ouvir as canalhas propagandas pagas pelo governo – logo por nós – a tentar nos manipular e convencer de que será “dando nosso rabo” é que o Brasil se salvará. Refiro-me ao que tramam (roubo na previdência e golpe nos trabalhadores) e ao que já fizeram (congelamento do orçamento por 20 anos, a PEC55).
E nós quietinhos, cada um a dizer o que não pode fazer sem pensar no que pode fazer…

Eliane Brum: Cotidiano no estado de exceção

https://limpinhoecheiroso.com/2017/05/29/eliane-brum-cotidiano-de-excecao/

“Como lutar pela democracia aprendendo sobre a tirania.

Eliane Brum, via El País Brasil em 29/5/2017

O sobressalto encarnou-se nos dias. Não é mais inerente ao cotidiano, mas o próprio cotidiano. Temos vivido no Brasil (e acredito que em boa parte do mundo), aos espasmos. Um espasmo, outro espasmo, mais um espasmo. A cada noite, dormimos (ou tentamos dormir) sem saber o que acontecerá no país. Ou mesmo com qual presidente o dia terminará. Não há mais como imaginar o dia de amanhã. Às vezes, não dá para imaginar a hora seguinte. O sobressalto tece a experiência – tanto a coletiva, a maneira como estamos com os outros, como a individual, nosso modo de estar consigo mesmos. Acusamos o impacto nas nossas vísceras, o sentimos na ansiedade misturada aos goles de café, mas não somos capazes de dimensionar. É assim que a exceção vai se infiltrando nas horas – e também nas almas. E é assim também que ela mina a nossa resistência. Como persistir, então? …”

bloglimpinhoecheiroso

Como lutar pela democracia aprendendo sobre a tirania.

Eliane Brum, via El País Brasil em 29/5/2017

O sobressalto encarnou-se nos dias. Não é mais inerente ao cotidiano, mas o próprio cotidiano. Temos vivido no Brasil (e acredito que em boa parte do mundo), aos espasmos. Um espasmo, outro espasmo, mais um espasmo. A cada noite, dormimos (ou tentamos dormir) sem saber o que acontecerá no país. Ou mesmo com qual presidente o dia terminará. Não há mais como imaginar o dia de amanhã. Às vezes, não dá para imaginar a hora seguinte. O sobressalto tece a experiência – tanto a coletiva, a maneira como estamos com os outros, como a individual, nosso modo de estar consigo mesmos. Acusamos o impacto nas nossas vísceras, o sentimos na ansiedade misturada aos goles de café, mas não somos capazes de dimensionar. É assim que a exceção vai se infiltrando nas horas – e…

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