Assim é. País sem pudor! Contudo, assim já seria demais? DÓRIA, O GARI ‘DE ARAQUE’ DE MERDA. Este é o P(CC)SDB.

4 jan

A FALTA DE PUDOR É TOTAL, A ORGIA É DECLARADA E O BACANAL OCORRE EM ESPAÇO PÚBLICO, SEM MEDO, SEM VERGONHA, SEM ESCRÚPULOS.

Featured Image -- 15510Só há uma saída…

Assim é. País sem pudor! USE SUA ARMA MAIS PODEROSA, MAIS LETAL!

“Oi.
Oi você que terá que trabalhar até morrer.
Oi você que não tem mais o direito de se aposentar com dignidade, pois roubaram seu direito para dar aos mais ricos que você, aos muito mais ricos…
Oi você que não tem gás lacrimogêneo para usar, pois os que roubam de você têm a exclusividade para usá-lo contra você.
Oi você que não tem balas de borracha. pois os que te manipulam e estupram têm a exclusividade de usá-las contra você.
Oi você que não tem mais direito à saúde pública, …”

coxinha-traidores-da-patria-466MORADORA QUE ASSISTIU O TEATRO DE DORIA DETALHA COMO FOI A FARSA – A falta de pudor é total, a orgia é declarada!

https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/273470/Moradora-que-assistiu-o-teatro-de-Doria-detalha-como-foi-a-farsa.htm

Por Maria Caramez Carlotto, na revista Fórum

“Acordei às 6hs da manhã ao som de helicópteros de TV. Eu moro a duas quadras da Praça 14 Bis e a gestão Doria estava começando com enorme cobertura midiática. Levantei numa verve etnográfica e desci até a praça para tentar entender minimamente o sentido dessa “Operação Cidade Linda” que parece ter sido eleita como a grande marca da gestão Dória. Fiquei na praça das 6hs às 8hs da manhã e compartilho com vocês algumas impressões gerais. Deixo maiores avaliações para outros ou para outros momentos.

Primeiro, a Operação se concentrou em um perímetro restrito da Praça e o grosso do trabalho foi feito de madrugada, antes da chegada do Prefeito e das equipes de TV. Isso até que foi bem divulgado pela mídia, aliás. O que não foi dito é que, durante a madrugada, além de lavar e varrer as ruas, a operação liberou um espaço embaixo do Viaduto Plínio de Queirós – por onde passa o elevado da 9 de julho – e parte das pessoas em situação de rua que estava ocupando a parte central da Praça foram levadas para esse abrigo improvisado, que fica a menos de 30 metros de distância da 14 Bis. Como não haveria espaço para todos, outros foram temporariamente acolhidos na APGC.Tem (Associação “Tem Progresso Geração Construir”), dirigida pelo radialista Paulo Costa, que também funciona embaixo do viaduto Plínio de Queirós. Outros tinham ainda destino incerto.

O discurso oficial da gestão Dória era de que tudo seria feito “sem violência” e durante o auge da ação, de fato, não houve nenhum confronto explícito, nem violência direta, inclusive em relação a duas mulheres, uma delas grávida, que se recusaram a sair da parte central da praça. Importante frisar, porém, que elas ficavam em um ponto menos visível , sobretudo para o ângulo das câmeras de TV. Além disso, pouco antes das 8hs, quando o movimento mais forte começava a dispersar, passou a chegar com mais peso a Guarda Civil Metropolitana e o patrulhamento da Praça ficou mais ostensivo.

Estou falando isso porque a operação de hoje me pareceu, mais do que uma ação de política pública em si, uma estratégia de comunicação. A primeira “cena” de um governo que será essencialmente baseado em Marketing. Mas não é só. A Operação Cidade Linda não é apenas um slogan. É uma grande oportunidade de negócios para as empresas de limpeza urbana da cidade, grandes patrocinadoras da ação de hoje. Tenho a sensação de que perceber essa economia política da gestão Doria será fundamental para definir o que serão os primeiros anos do seu governo e o que eles significarão para o Alckmin nos próximos meses.

Não por acaso, tudo foi cuidadosamente planejado para ser filmado, fotografado e repercutido sob o controle direto das equipes de comunicação da nova gestão e dos setores de marketing das empresas de limpeza urbana.

Primeiro, havia uma quantidade totalmente desproporcional de caminhões das quatro principais empresas de limpeza urbana que atuam na cidade: a Loga, a Soma, a Eco Urbis e a mais recente e aparentemente mais importante de todas, a Inova. Parecia um desfile militar que, ao invés de armas, apresentava aparato de limpeza urbana. Eram dezenas de veículos, de todos os tipos. Todos não só recém-pintados, como totalmente limpos. Alguns eram estilizados para o final do ano ou para o início da operação. Parte deles ficava estacionada na praça, parte simplesmente girava em círculos sem parar: “lixo reciclável”, “lixo seco”, “material orgânico”, “uma nova forma de limpar a rua”. Aspiradores de rua, caminhões lava-jato, cata entulho. Era como um desfile militar, mas no lugar de armas eram tecnologias de limpeza da cidade.  Eles claramente não faziam nada na operação estavam ali apenas para estampar as marcas – tanto das empresas de limpeza urbana que competiam por visibilidade quanto da nova Operação “Cidade Linda”.

Aliás, o slogan da Operação já amanheceu espalhado em pontos de ônibus e relógios da cidade, além de letreiros eletrônicos da CET em pontos estratégicos. Uma campanha publicitária gigantesca paga com dinheiro público.

Os garis (de verdade), que traziam no peito um broche com o Logo da Operação, também estavam em número muito superior ao necessário, mas praticamente nenhum deles trabalhando de fato. Tanto que as lixeiras e vassouras estavam novas e limpas (ver o detalhe na foto). Eu brinquei com um deles dizendo que o trabalho tinha sido pesado, ele riu e disse que não podia “criticar assim” porque os fiscais estavam ali “de butuca”. De fato, havia uma quantidade enorme de fiscais das empresas que supervisionavam tudo que os garis faziam: da fila para foto com o prefeito às entrevistas para rádio e TV. Nessa mise en scène intervinha, também, a equipe de “direção da operação”, vestida de camiseta branca com o slogan “Operação cidade linda” em letras pretas estilizadas. Pareciam ser tanto funcionários das empresas de limpeza urbana quanto da gestão Dória. Esses davam as ordens gerais: onde a imprensa ia ficar, o tom dos discursos, o ângulo das fotos oficiais, como a que encerrou a participação dos garis, na escadaria central da praça, com os braços levantados e gritando “feliz ano novo cidade linda”.

Quem também trazia a logomarca da operação e das empresas de limpeza no peito eram o prefeito, o vice-prefeito e os secretários e subsecretários municipais que compareceram em peso, todos vestidos de garis. Havia um boato de que a roupa deles era de material diferente e feito por um costureiro especial. O que fez a história de um “uniforme especialmente desenhado para ocasião” parecer minimante plausível para mim foi o fato da camiseta da alta cúpula da prefeitura trazer a logomarca de empresas diferentes de limpeza, enquanto a dos garis, evidentemente, estampavam a de uma empresa só (isso pode ser visto em todas as fotos divulgadas pela imprensa). Detalhes à parte, como os sapatos e os carros de luxo que circulavam ao lado dos caminhões de lixo, o objetivo era explícito: passar a imagem de um prefeito trabalhador, humilde e popular, mas ao mesmo tempo preocupado com a zeladoria da cidade, capaz de agradar, assim, a gregos e troianos.

Os gregos passavam por ali enquanto faziam cooper de manhã com os cachorros, reverenciando o novo prefeito que estava  – finalmente – “limpando o nojo que estava essa cidade”.

Já um dos troianos encontrei ontem à noite, quando eu voltava a pé para casa pela Avenida Paulista. Era um morador de rua que me parou gentilmente para alertar que aquela região estava muito perigosa e que, de fato, a ação do Prefeito de limpar a cidade era mais que necessária, tanto que ele estava até pensando em ir na “posse” amanhã: “Eu vou agora lá para o Brás, vender latinha, mas acho que amanhã eu volto para ver a posse dele na 14 Bis”. Eu perguntei meio incrédula: “É mesmo?”. “É… esse cara é do PSDB mas é da ala de esquerda. A Soninha vai fazer albergue só para quem quer realmente trabalhar. Do jeito que está não pode ficar”.

Saí atônita. Fiquei com a sensação de que ele tinha ido morar na rua há pouco tempo, como muitas das famílias que eu via chegar a cada semana na Praça 14 Bis com mobílias inteiras. A crise econômica tem um efeito imediato sobre os mais pobres. A população sem teto é, certamente, um dos problemas sociais mais urgentes do país, que exige uma ação política tão radical quanto eficaz.

E existe um verdadeiro campo de disputa aberto em torno desse problema.

A política da prefeitura para essa questão não está clara, embora estivesse lá hoje, acompanhando a ação, a ONG ARCAH, cujo ex-presidente, Filipe Sabará, é o novo secretário adjunto de Assistência e Desenvolvimento Social da gestão Dória. A ONG, segundo os próprios membros com quem conversei hoje, faz um trabalho de “resgate de moradores de rua”, com atividades de esporte e lazer, e oferecendo desde veterinários para os cachorros até médicos e dentistas para os sem teto. Aliás, havia numa das mesas da Praça um estande de propaganda da Colgate (como dá para ver em uma das fotos). Vestindo uma camiseta padronizada com a frase “I believe in good people” subscrita pela hashtag “#euresgato”, os membros da ONG ARCAH jogavam bola e conversavam com os sem teto no espaço da Associação APCG.tem. Eles pareciam fazer isso há muito tempo e estavam bastante à vontade. A única mulher que eu vi no grupo, explicava para algumas moradoras de rua como funciona o ciclo menstrual e como elas podiam evitar a gravidez evitando manter relações nos dias férteis. Havia, ainda, distribuição de lanche, frutas e suco. A Revista Veja chegou a fazer uma reportagem sobre a ONG com a manchete “Herdeiros de famílias tradicionais resgatam sem-teto”, em que relata as estratégias de organização, arrecadação e atuação da ONG que acaba de ganhar uma chácara em Botucatu, interior de São Paulo, para levar os moradores de rua que aceitarem ficar “internados” (o termo é da reportagem) por pelo menos três anos.

Quem também estava fortemente presente hoje era Igreja Católica mas, diferentemente da ARCAH, com uma posição claramente crítica a toda a Operação. Além de membros da Missão Belém, que acolhe sem tetos no Belenzinho, estavam lá, claro, o Padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Menor, acompanhado do Frei Agostino, da casa Pio de Pietrelcina no Butantã, com quem conversei longamente e que me pareceu desenvolver um trabalho muito importante e consistente com essa população.

Conversando com os moradores de rua estavam, ainda, as assistentes sociais da prefeitura, que me chamaram a atenção porque aplicavam uma espécie de questionário, com perguntas sobre escolaridade, história familiar etc. Elas  traziam uma camiseta com o slogan “conhecer para incluir” ou algo do gênero. Mas o detalhe que me surpreendeu realmente foi o fato de que elas não pareciam ter um formulário padronizado e faziam anotações meio a esmo em folhas de cadernos. Não sei se é uma estratégia de aproximação, mas a minha impressão imediata foi o fato delas (só vi mulheres nesse papel), que faziam uma das coisas mais importantes para quem quer realmente enfrentar o problema, trabalharem em uma situação de grande precariedade.

Fora isso, alguns pouquíssimos moradores do entorno, que aparentavam intimidade com as pessoas que moram na Praça há algum tempo, vociferavam contra a hipocrisia da operação.

Não vi ninguém da Igreja evangélica seja pentescotal ou neopentescontal. Também não vi nenhum partido político de esquerda, nem movimentos sociais mais estruturados, como o MTST. Não significa que eles não estivessem lá. Eu só não os vi.

Quando a operação começava a se desmontar, resolvi ir embora. No caminho para casa, encontrei dois garis que realmente trabalham na região e que olhavam de longe os colegas que ainda davam entrevista. Perguntei a eles o que tinham achado de tudo aquilo, em especial do prefeito vestido de gari. Meio irônico, meio indignado, um deles me respondeu:  “Se vestir de gari no fresquinho das 6hs da manhã é fácil, quero ver ele ficar o dia inteiro varrendo a rua como a gente, para sentir o que se sofre ao sol de meio dia, no viaduto do chá, ou na lua de meia noite, no Vale do Anhangabaú”. Ao que outro completou: “passar medo e passar sede”. Esses, pelo visto, não eram nem gregos nem troianos. Eram espartanos assistindo, de longe, a chegada das invasões dóricas.”

SÃO COISAS ASSIM QUE ME ESTIMULAM A DIZER PARA VOCÊ…

Oi.
Oi você que terá que trabalhar até morrer.
Oi você que não tem mais o direito de se aposentar com dignidade, pois roubaram seu direito para dar aos mais ricos que você, aos muito mais ricos…
Oi você que não tem gás lacrimogêneo para usar, pois os que roubam de você têm a exclusividade para usá-lo contra você.
Oi você que não tem balas de borracha. pois os que te manipulam e estupram têm a exclusividade de usá-las contra você.
Oi você que não tem mais direito à saúde pública, pois os quadrilheiros estão empurrando você para as garras cretinas dos planos de saúde privados que somente o exploram e enganam (e tantas vezes recebem as benesses dos governos ditos “neo-liberais”…).
Oi você que não tem mais ensino público gratuito com um minimo de qualidade, pois as elites brancas de seu país querem mantê-lo na ignorância, fácil de manipular, enganar, ludibriar e explorar.

capeta3Oi você que teve seu voto roubado em um golpe de estado.
Oi você que viu sua tenra e jovem democracia tornar-se uma DEMO-cracia, ou os estado sob o poder do DEMO, do CAPETA, do COISA RUIM…

Oi você que não tem os tanques de guerra, não tem as metralhadoras, não tem os fuzis ou os mosquetes…
Oi você que não tem os “caveirões”…
Oi você que não tem as tropas de imbecis, tão povo quanto você, mas que, corrompidos em seus quartéis, batem e arregaçam com você, quando deveriam agir para defender você, já que é você quem paga seus salários.
Oi você que paga as contas de seus algozes… e acaba sempre esculachado, esculhambado, arregaçado.

Oi você que não tem direito à sua cor.
Oi você que não tem direito à sua sexualidade.
Oi você que não tem direito à sua fé.

Oi você que tem que trabalhar doze horas por dia..
Oi você que somente tem trinta minutos para engolir sua refeição durante o trabalho…
Oi você que fica espremido no seu transporte para ir e voltar, em pé, para o trabalho e para sua casa (quando tem uma casa para morar…).
Oi você que leva duas horas para ir e duas horas para voltar do trabalho, quando tem trabalho.
Oi você que não tem mais férias anuais…
Oi você que não tem mais direito a ser indenizado ao ser demitido pela incompetência de seu patrão.
Oi você que ao longo de seu primeiro ano de trabalho sequer é um empregado, pois não tem direitos e é apenas um nada…

orgia-suruba-bacanalOi você que não existe mais, é um nada para a sociedade controlada pela elite branca enriquecida, endinheirada.
Oi você que agora é forçado a viver em um verdadeiro bacanal, uma orgia de bandidos, na SURUBA BRAZIL, onde o único ânus na roda é o seu…

Oi você discriminado.
Oi você que é alvo do racismo, do fascismo, dos preconceitos e dos ódios sem motivos desta elite branca, os endinheirados que detestam você.

Oi você que não tem mais a esperança do pré-sal, a esperança de benefícios de um governo que se preocupe com você e com os seus…
Oi você que não tem mais um Banco do Brasil , uma Caixa, Correios, nada…
Oi você que vê seus impostos e os “dinheiros” do governo somente financiando a incompetência dos empresários da iniciativa privada, como empresas de telecomunicações, empresas da mídia cretina e covarde, bancos… sempre a favorecer os endinheirados, privatizando os lucros e socializando os prejuízos.

Oi você que vê os poderosos entregando seu país, entregando sua nação aos estrangeiros, entregando seus poucos bens e suas poucas possibilidades…

Oi você.

Oi você que não tem armas, não tem tanques de guerra, não tem caveirões, não tem exércitos ou policiais ao seu lado.

Oi você que desconhece a sua própria força.
Oi você que desconhece a arma poderosa ao seu alcance.

Você pode dar prejuízos aos poderosos.
Pense nisto. Seja criativo!

PREJUÍZO É A SUA ARMA.
ARMA MAIS PODEROSA DO QUE AS BALAS DE BORRACHA, DO QUE AS BOMBAS DE GÁS LACRIMOGÊNIO, MAIS PODEROSA DOS QUE OS TANQUES, CAVEIRÕES OU EXÉRCITOS.

coxinha-traidores-da-patria-421

PREJUÍZO É A SUA ARMA MAIS LETAL. PENSE! SEJA CRIATIVO.

esculacho2

PREJUÍZO É A SUA ARMA MAIS LETAL. PENSE! SEJA CRIATIVO.

coxinha-traidores-da-patria-466

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