RESISTIR É PRECISO: A imprensa alternativa e clandestina durante a ditadura – Um projeto do Instituto Vladimir Herzog

14 jul

coxinha Traidores da Patria 255

PRIMEIRAMENTE, #FORATEMER

MESMO QUE EM NADA INFLUENCIE NESTE BORDEL BRAZIL, ONDE JAZ A DEMOCRACIA PARA IMPERAR O PODER DO CAPETA, A DEMO-CRACIA…

Eu agradeço todos os dias…
Do meu modo, com as forças que eu tenho, compartilhando informações que a mídia cretina, canalha e covarde não divulga para proteger seus interesses escusos e igualmente

canalhas.

Devemos todos os dias agradecer àqueles 54 milhões …
>> https://gustavohorta.wordpress.com/2015/03/03/devemos-todos-os-dias-agradecer-aqueles-54-milhoes/

APAPORRA SAPORRA!! APAPORRA!!

coxinha Traidores da Patria 257Apresentação Projeto Resistir é Preciso
https://youtu.be/QGI_6UNr-8g

RESISTIR É PRECISO
A IMPRENSA DA RESISTÊNCIA

“Em 1º de abril de 1964, as forças que se opunham ao aprofundamento da democracia social e econômica em curso no Brasil consumaram sua cartada mais radical, a tomada do poder pelas armas. Um mês depois, o jornalista Millôr Fernandes  lançava a revista PifPaf e indagava, na capa de um dos primeiros exemplares: “Mas afinal, o que é a liberdade?”

A pergunta pairou no ar nos vinte anos que se seguiram. Na busca por respostas, milhares de jornalistas, intelectuais e ativistas políticos acabaram por fazer da palavra impressa uma das armas mais poderosas de combate à ditadura militar, à desigualdade social, à opressão, ao discurso moralista que mascarava a hipocrisia e o autoritarismo dos que assaltaram o Estado em nome da velha ordem.

Entre 1964 e 1979, o ano em que as forças democráticas conquistaram a anistia, centenas de publicações produzidas à margem dos aparatos institucionais de comunicação deram voz à resistência política e cultural no Brasil. Disputaram palmo a palmo o campo simbólico em que os donos do poder tentavam legitimar a dominação pela força. Enfrentaram a truculência da censura e da perseguição policial. E conseguiram se impor graças à capacidade de inovar não apenas a agenda temática, mas a própria linguagem e os códigos formais com que se expressava o debate público no país. […]

via RESISTIR É PRECISO: A imprensa alternativa e clandestina durante a ditadura – Um projeto do Instituto Vladimir Herzog — A CASA DE VIDRO.COM

coxinha Traidores da Patria 256

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