AVES AGOURENTAS ALVISSAREIRAS?

28 jan

Quais são as novas? Alvíssaras? Alvissareiras? De modo algum!

São as aves agourentas propagando sua visão premeditadamente distorcida para que os incautos manipulados possam se tornar vítimas dos espertalhões. Na fábula real reproduzida abaixo somente não se especificou quem comprou a massa falida do velho ou entrou no lugar dele! Teria sido a ‘Maccocô’, a ‘PizzaArroto’, o ‘Hábobos’, …?

É por coisas assim, tão bem ilustrada por esta fabulosa estória que eu tenho dito que somos todos idiotas idiotizados. Mas o problema é que alguns de nós ainda não perceberam que são manipulados até o talo. Pior ainda, há os idiotas idiotizados que, de tão manipulados, iludidos e enganados, passam a acreditar e admirar os seus algozes, tornando-se, como marionetes, manipuladores ferrenhos. Títeres conduzidos pelas cordas invisíveis da lavagem cerebral eficaz. Estes estão entre os mais dedicados e imbecis, tomados pela paixão dos iludidos, embriagados pelas doses diárias de idiotização tão fartamente distribuída pelo aparelho midiótico midiotizante.

A espécie ou etnia pior de todas é a comandada pelas sete famílias em nosso país, as famílias que controlam as mídias mais significativas e de maior penetração. E penetram mesmo, ‘deep throat’. Estes são manipuladores profissionais, a serviço dos poderosos capitalistas que sabem, como o demônio, atrair sua vítimas para as penetrações mais profundas. Muitas e tantas vezes anais! Chega a ser carnal, chega a ser até a alma, endemoninhando a alguns. Aí esculacham mesmo, pra valer.

Pessoalmente, duvido de tudo. Sempre duvidando de tudo!

Amor, compaixão, solidariedade. Felicidade. Sempre.

segue a fábula: A imprensa age como o filho formado na capital, aquela a quem muitos respeitam e que acabará por enterrar seus defensores mais fiéis:
“Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada vendendo cachorro quente. Ele não tinha rádio nem TV, e também não lia o jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros quentes.
Ele prezava muito pela qualidade do pão, da salsicha e do atendimento ao cliente. E também sabia divulgar como ninguém o seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava. Quando alguém passava em frente à sua barraca, ele gritava: “Olha o cachorro quente especial!”
Usando o melhor pão e a melhor salsicha o seu negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Ele começou a formar uma clientela fiel que sempre voltava e trazia cada vez mais gente para sua barraca, até que pôde construir uma grande loja. E como estava prosperando cada vez mais, mandou o seu filho para estudar
na melhor faculdade do país.

alvissareiras

Um dia o filho, já formado, voltou para casa e falou ao pai: – “Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os jornais? A situação é crítica e o país vai quebrar!”
Depois de ouvir isso o homem pensou: “Meu filho estudou na melhor faculdade, lê jornais e vê TV. Ele deve ter razão.”
E com medo, e a fim de economizar, preocupado com a tal crise, procurou um fornecedor mais barato para o pão, e salsichas de menor qualidade. Além disso, para economizar ainda mais, parou de fazer os cartazes que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise, já não oferecia mais o seu produto em voz alta. Ou seja: parou de fazer propaganda.
As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.
Então o pai, muito triste, falou para o filho: – “Você estava certo, filho, estamos no pior momento de todos os tempos.” “

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